DHL realiza estudo sobre mercado logístico

Pesquisa revela panorama positivo para o setor em médio prazo

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A DHL, em parceria com a London School of Economics, divulgou recentemente um estudo que mostra tendências de recuperação do comércio internacional no médio prazo para o setor logístico. Isso se dá devido ao aumento na proporção das transações, especialmente em termos de valor, gerado pelo setor de correio expresso aéreo.

O estudo “International trade, Express Logistics and Globalization: Part and Parcel of the Solution to Current Economic Challenges” (Comércio Internacional, Logística Expressa e Globalização: parte e parcela da solução para os atuais desafios econômicos) revelou que o panorama em médio prazo do comércio mundial permanece forte embora o comércio permaneça, na melhor das hipóteses, estagnado no curto prazo, devido à baixa disponibilidade de crédito.

Entretanto, quando o crédito se tornar largamente disponível e o comércio reagir, o estudo sugere que o retorno do comércio não beneficiará igualmente todos os países. “O comércio é essencial para o crescimento econômico e para o desenvolvimento mundial. É estimulante observar que, no encontro mais recente do G20, todos os governos concordaram que o comércio ajudará em curto prazo, e também que é uma parte essencial e inevitável para o desenvolvimento econômico em longo prazo. Como integradores econômicos, nosso papel é fundamental para assegurar que nossos serviços atendam às crescentes necessidades de mercados desenvolvidos e em desenvolvimento,” diz Frank Appel, CEO do Deutsche Post DHL.

O custo do transporte marítimo e a disponibilidade dos procedimentos de revisão foram eleitos como os dois fatores que influenciam o potencial econômico para atrair o comércio internacional. Os resultados foram baseados em uma análise do custo e qualidade da logística no Brasil, Rússia, Índia e China (BRIC), que somam 40% da população mundial e 15% da economia mundial. Esses países servem também como exemplo para outras economias emergentes.

O estudo mostra que os países que querem atrair empresas que utilizam remessas expressas por correio aéreo precisam não somente tentar melhorar seus custos, mas também garantir a confiabilidade e a pontualidade. O relatório também observa que procedimentos eficientes de revisão são absolutamente ausentes nas economias emergentes, o que oferece um desafio às transportadoras que pretendem importar ou exportar mercadorias urgentes, como produtos eletrônicos indispensáveis de alto valor. A análise chegou à conclusão de que se esses países assegurassem a disciplina e atual disponibilidade de tais revisões, a China e a Índia aumentariam o comércio em 20%, o Brasil e a Rússia em 30% durante a recuperação pós-crise.

“Os custos de transporte e logística, em particular, superam os impostos no que diz respeito às maiores barreiras ao comércio em uma proporção de 9:1. O estudo demonstra que os países que buscam ficar à frente da próxima tendência de globalização precisam avaliar seu próprio desempenho em comparação com as melhores práticas mundiais. As economias emergentes que dependem da exportação podem aprimorar suas condições de comércio para fortalecer seus níveis de comércio internacional quando a economia se recuperar”, explica o executivo.

Por: Bruno Martins – Redação Portal Transporta Brasil

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