TPI estima queda de 0,8% no tráfego do 1º tri

Para o acumulado deste ano, "com a prorrogação do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI), que tem grande impacto no nosso trabalho, a estimativa é que o tráfego total fique entre 1,5% e 2%"

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O tráfego total das concessões rodoviárias deve registrar queda em torno de 0,8% no primeiro trimestre de 2009, conforme afirmou hoje Carlos Alberto Bottarelli, CEO da Triunfo Participações e Investimentos (TPI), empresa que atua nos segmentos rodoviário, portuário e de energia elétrica.

Já para o acumulado deste ano, “com a prorrogação do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI), que tem grande impacto no nosso trabalho, a estimativa é que o tráfego total fique entre 1,5% e 2%”, acrescenta Bottarelli.

No último trimestre de 2008, o tráfego total cresceu 1,4%, quando comparado com o mesmo período do ano anterior, somando 16.139 mil veículos equivalentes. “Sentimos que o desaquecimento da economia afetou tráfego de veículos pesados”, analisa o CEO da empresa.

A TPI informou ontem que registrou um prejuízo de R$ 89,9 em 2008, ante uma perda de R$ 59,7 milhões no ano anterior. No último trimestre de 2008, a companhia obteve um prejuízo de R$ 42,1 milhões, ante um perda de R$ 7,2 milhões no mesmo período de 2007.

“Três fatores afetaram nossos resultados. O primeiro foi a paralisação da cobrança de pedágio da Econorte. O segundo foi a paralisação parcial das operações no terminal portuário de Navegantes e por último foi a desvalorização cambial”, enfatiza Bottarelli.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) somou R$ 174,1 milhões no ano passado, o que representa um crescimento de 81,5% em comparação a 2007, quando o Ebitda foi de R$ 95,9 milhões. Entre outubro e dezembro, o Ebitda cresceu 61,1%, atingindo R$53,7 milhões.

A receita operacional líquida apresentou avanço de 53,8% em 2008, em relação ao ano anterior, para R$ 299 milhões. No quarto trimestre, a receita operacional líquida contabilizou R$ 85 milhões, o que corresponde a uma elevação de 38,5%.

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