Ônibus metropolitanos de SP terão reajuste de tarifa a partir de 9 de fevereiro

As tarifas dos ônibus intermunicipais das três regiões metropolitanas do Estado - São Paulo, Campinas e Baixada Santista - serão reajustadas a partir de 9 de fevereiro (segunda-feira)

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O reajuste anual, que segue orientação da Secretaria dos Transportes Metropolitanos divulgada em fevereiro de 2008, é uma política que permite ao usuário dos meios de transporte programar seus gastos com a informação prévia e tem como objetivo equacionar as despesas com custeio e manutenção da rede.

A média de reajuste das tarifas das linhas intermunicipais do serviço comum na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) é de 7,45%; na Região Metropolitana da Baixada Santista (RMBS), de 8,60% e da Região Metropolitana de Campinas (RMC), de 9,18%.

As 13 linhas do Corredor Metropolitano ABD (São Mateus – Jabaquara), operadas pela Concessionária Metra, terão reajuste de 6,25%. A tarifa passará de R$ 2,30 para R$ 2,55.

O cálculo das novas tarifas levou em conta a evolução dos custos do setor de transporte coletivo dos últimos 12 meses, que inclui componentes específicos como óleo diesel e lubrificantes que apresentaram alta de 11,54%, material rodante (veículos) que aumentou 7,02% e mão-de-obra com variação de 8,5%.

O peso destes itens no cálculo do custo do transporte é de 43% para mão-de-obra, 22% para combustíveis, 19% para veículos e peças e 16% para os demais.

Nos últimos 12 meses houve a inclusão de ônibus novos no sistema. Na RMSP, durante os dois anos de concessão em quatro áreas de operação foram incluídos 383 ônibus zero quilômetro. Em 2008 entraram 150 ônibus novos no sistema da RMBS, 120 na RMC e 25 no Corredor ABD (São Mateus – Jabaquara). A renovação da frota oferece aos usuários mais conforto, segurança e regularidade no serviço.

O poder público determina a grade tarifária para as extensões das linhas, mas historicamente, a tarifa praticada pelas operadoras, em parcela significativa das linhas, é abaixo do estabelecido. Em 2008, na RMSP, 42% das linhas comuns apresentavam tarifa praticada abaixo da estabelecida na grade. Na RMBS, 22% e na RMC 40%.

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