Volvo e Mercedes-Benz interrompem produção de caminhões

Vendas em baixa levam montadoras a aplicar licenças remuneradas, banco de horas e semana mais curta. Mercado de caminhões caiu 9,2% em vendas no primeiro quadrimestre

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A queda na demanda por caminhões no mercado está tirando o sono das montadoras que operam no país. Duas das grandes fabricantes de veículos comerciais, a segunda do ranking de vendas, Mercedes-Benz, e a quarta colocada do mercado, a Volvo, adotaram medidas de interrupção na produção para se adequar à baixa das vendas.

A Mercedes suspendeu nesta semana a produção de caminhões em sua fábrica de São Bernardo do Campo (SP) e vinha adotando a semana com apenas quatro dias úteis, além de ter colocado 480 trabalhadores em licença remunerada por um mês.

Segundo reportagem do jornal Valor Econômico, a montadora alemã deu férias coletivas para todos os trabalhadores das linhas de caminhões e ônibus, o mesmo que ocorreu na produção de motores e câmbios.

Em Curitiba (PR), após passar por um período de três dias de greve dos trabalhadores, a Volvo programa uma parada na produção de caminhões entre os dias 25 de maio e 6 de junho. A empresa reconhece que poderá fazer uso do banco de horas para cerca de 1,3 mil trabalhadores.

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