Cummins fecha o primeiro semestre de 2010 com recorde em vendas

Fabricante de motores a diesel fecha o primeiro semestre deste ano com o crescimento nas vendas de 69,2% comparado ao mesmo período no ano passado. Os setores que tiveram mais aumento foram o de caminhões médios e o setor agrícola

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A fabricante de motores diesel Cummins Brasil fechou o primeiro semestre deste ano com recorde em vendas de 44.215 motores nos setores agrícola, industrial, automotivo, marítimo, locomotivas e de geração de energia, 69,2% a mais do que o mesmo período de 2009. O recorde anterior da companhia aconteceu em 2008, e ainda assim esse semestre o superou em 5,2%.

Esse desempenho pode significar um aumento de 12,2% em vendas em relação a 2008 e, por conta da crise econômica internacional do ano passado, um aumento de 57,6% em relação ao ano passado, se a empresa cumprir a meta de fechar o ano com 95 mil unidades de motores vendidas.

“É difícil precisar se o crescimento se deve aos incentivos governamentais com a redução do IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados, para veículos pesados (caminhões e ônibus), mas o que notamos de fato é uma economia sustentável, com tendência de solidez, ao menos, até 2016 com a Copa do Mundo e as Olimpíadas que vão demandar expressivos investimentos de infraestrutura”, afirma Luis Afonso Pasquotto, diretor geral na Unidade de Negócios de Motores da Cummins América Latina.

Os setores mais contribuíram com o desempenho da companhia foram as categorias caminhões médios, com a venda de 31.992 motores, 55,2% superior a 2009 (27.743 motores) e 15,3% ante a 2008. Porem o segmento agrícola superou todos os aumentos porcentualmente, 215,3% a mais se comparado com o mesmo período de 2009.

O quadro de funcionários da Cummins também superou os outros anos. Ainda segundo o diretor, “Hoje o quadro é de 1.440 funcionários”.

“Hoje, o investimento deve ser direcionado à redução de custo, por meio da elevação da escala e da automação da produção e à implantação de novos laboratórios, que agilizam os testes de novos produtos em atendimento às leis de emissões”, finaliza.

Por Nayra Brighi – Redação Portal Transporta Brasil

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