Caminhões já são barrados na fronteira

Segundo denúncias do diretor do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Ricardo Martins, "quatro caminhões de cinco empresas estão barrados na Aduana de Uruguaiana, no Brasil, sem poder entrar na Argentina"

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A aplicação de novas barreiras argentinas contra a entrada de alimentos e bebidas importados, previstas para entrar em vigor a partir do dia 1º de junho foram antecipadas. Segundo denúncias do diretor do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Ricardo Martins, “quatro caminhões de cinco empresas estão barrados na Aduana de Uruguaiana, no Brasil, sem poder entrar na Argentina”.

A medida reflete decisão do polêmico secretário de Comércio Interior da Argentina, Guillermo Moreno, de restringir a importação de alimentos e bebidas similares aos de fabricação nacional, inclusive os que complementam a produção local. Em entrevista por telefone à Agência Estado, Martins disse que os produtos estão proibidos de entrar no mercado argentino desde a última segunda-feira. São massas de tomate, milho em conserva, chocolate, chips e outros elaborados e semi-elaborados.

“As restrições não têm sentido”, queixou-se Martins afirmando que não existe nenhuma justificativa racional para essa nova investida. Na Fiesp, os empresários não entendem a razão para as barreiras do parceiro comercial do Mercosul.

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