Iveco triplica capacidade de produção em Sete Lagoas (MG)

Planta mineira foi ampliada e agora pode finalizar até 20 mil veículos por ano. Investimento foi de R$ 80 milhões. Nova fase da montadora é marcada pelo projeto do Daily elétrico e da nova linha de cavalos mecânicos Cursor, desenvolvida exclusivamente para o mercado latino-americano

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A Iveco inaugurou na semana passada uma nova unidade de caminhões semi-pesados e pesados em Sete Lagoas (MG). Com isso, a empresa mais que triplicou sua capacidade produtiva, passando de 6 mil para 20 mil veículos semi-pesados e pesados por ano. No projeto de expansão foram investidos R$ 80 milhões. “Com esta nova unidade de produção, a Iveco se posiciona no mais alto nível de produtividade da indústria de caminhões brasileira”, diz Marco Mazzu, presidente da Iveco Latin America.

Na nova unidade são produzidos os modelos pesados Iveco Stralis, Iveco Trakker e o Iveco Cursor, e os semipesados Iveco Tector e Iveco EuroCargo (todos com peso bruto total acima de 16 toneladas). “A unidade de semi-pesados e pesados é uma novidade no universo fabril da Iveco, pois foi totalmente planejada no Brasil a partir dos conceitos do World Class Manufacturing (WCM), que significa Produção de Classe Mundial”, explica Angel Fiorito, diretor industrial da Iveco para America Latina. O WCM reúne as melhores práticas da produção industrial e visa a eliminação de desperdícios. O modelo é o mesmo adotado em todo o mundo pelo Grupo Fiat.

Linha de montagem

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Um novo galpão, de 12 mil metros quadrados, foi construído para abrigar as linhas de montagem de cabine e chassi, que correm paralelamente da esquerda para a direita. Ano final de ambas, a cabine e o chassi convergem para uma terceira linha, que corre da direita para a esquerda, onde a cabine é afixada no chassi e a montagem final dos caminhões é realizada. Essas três linhas somem 39 posições de trabalho.

A partir da ordem de produção computadorizada, todas as peças são organizadas de acordo com a característica de cada veículo e na ordem que o lote será produzido. Uma área para a separação e o sequenciamento de componentes foi criada em um galpão fora da linha de montagem, onde esse sequenciamento das peças é realizado. O despacho para a linha de montagem é feito de forma controlada, chegando lá somente aquilo que será utilizado naquele caminhão, naquele momento específico, naquele dia de trabalho.

Por: Bruno Martins – Redação Portal Transporta Brasil

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