Sindicalistas temem desemprego no setor por causa das restrições ao caminhão

A assessoria do presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores), Ricardo Patah, informou que os sindicalistas ligados à representação dos trabalhadores no setor de transportes na cidade de São Paulo estão preocupados com o aumento do desemprego no segmento devido às restrições à circulação de caminhões na cidade

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Redação Transporta Brasil

A assessoria do presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores), Ricardo Patah, informou que os sindicalistas ligados à representação dos trabalhadores no setor de transportes na cidade de São Paulo estão preocupados com o aumento do desemprego no segmento devido às restrições à circulação de caminhões na cidade.

De acordo com Patah, já existe uma movimentação nos sindicatos profissionais com a homologação de demissões causadas pelas restrições. “Com a restrição, as empresas precisam de menos motoristas para cumprir suas entregas e coletas, como por exemplo, no caso do VUC, que só pode circular dia sim dia não. O motorista acaba sendo demitido, pois os turnos diminuem”, explica Patah.

O presidente da UGT ressalta que a entidade não é contrária ao rodízio veicular, mas sim às restrições aos caminhões. “Quem estraga o asfalto das ruas de São Paulo e causa congestionamentos são os caminhões de passagem. Como não temos o Rodoanel, temos um grande fluxo de caminhões de passagem na cidade, causando transtornos. Hoje, existem registrados no Detran de São Paulo dez mil caminhões a menos do que dez anos atrás. São 152 mil hoje contra 162 mil há dez anos”, explica.

Patah participou na tarde desta quarta-feira de uma reunião com o secretário Municipal dos Transportes, Alexandre de Moraes, com a presença do presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Cargas Próprias, Almir Macedo. Em pauta, as restrições aos caminhões e o excesso de multas que os motoristas de veículos de carga têm recebido na cidade.

 

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