Dersa entra no Conselho Brasileiro de Construção Sustentável

Organização tem como intuito projetar empreendimentos, utilizando técnicas que permitam uma construção menos poluente e que impacte o meio ambiente de forma menos agressiva

Obras do Ferroanel Norte em São Paulo começam em 2013
Obras da Nova Tamoios revelam sítio arqueológico em Paraibuna (SP)
Novo atracadouro para a travessia Santos-Guarujá (SP) deverá estar concluído hoje

A Dersa, empresa de desenvolvimento rodoviário controlada pelo Governo de São Paulo, formalizou no dia 21/10 sua agregação ao CBCS (Conselho Brasileiro de Construção Sustentável), em reunião realizada na sede da companhia.

Sua entrada havia sido consentida um mês antes pelo Conselho de Administração da companhia. O Termo de Filiação foi assinado por Laurence Casagrande Lourenço, presidente da Dersa, e a diretora da CBCS, Diana Csillag.

“Integrar ao CBCS é a formalização do compromisso da empresa em adotar e valorizar e implementar conceitos e práticas sustentáveis”, disse Laurence. “Que a companhia, junto com seus parceiros, trabalhe, de forma sustentada, o ecologicamente correto, o socialmente justo e o economicamente viável.”

O CBCS, estabelecido como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, foi desenvolvido há quatro anos. Os associados do Conselho são profissionais, empresas e entidades de toda a cadeia produtiva e de setores que formam o grupo da construção civil.

Dentre os tópicos defendidos pela organização está o de projetar empreendimentos, utilizando técnicas que permitam uma construção mais econômica, menos poluente e que impacte o meio ambiente de forma menos agressiva, evitando danos à fauna e ao ecossistema local.

Alguns projetos da Dersa se encaixam nesse conceito. Um dos exemplos é o Sistema de Contenção de Produtos Perigosos, implantado no Rodoanel Sul (SP), inaugurado em março de 2010. No sistema, caixas de contenção, integradas ao sistema de drenagem, impedem que em caso de acidente com derramamento de líquido tóxico o material chegue às Represas Billings e Guarapiranga.

COMMENTS