Sindicato paulista dos motoboys entrega lista de reivindicações ao Ministro do Trabalho

Categoria pede ações para o combate à informalidade e às jornadas excessivas de trabalho, além de apoio para a realização de campanhas para a prevenção de acidentes

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A diretoria do Sindimotosp (Sindicato dos Mensageiros Motociclistas, Ciclistas e Mototaxistas do Estado de São Paulo) entregou na tarde desta quinta-feira uma lista com reivindicações da categoria ao ministro Carlos Lupi, do Trabalho. Na reunião realizada em Brasília, o presidente da entidade, Gilberto Almeida dos Santos pediu ao ministro apoio para o combate à informalidade no setor de motofrete e para a realização de campanhas para a prevenção de acidentes.

“Assim como aconteceu com cortadores de cana e na extração de carvão, a atuação do Ministério é fundamental para mudar as estatísticas da informalidade e os altos índices de acidentes com motoboys em todo o país”, afirma Santos.

De acordo com Gil, como o presidente é mais conhecido, a luta da entidade é pela regulamentação do setor, a começar pela padronização do serviço de motofrete em todo o Estado de São Paulo, regularizando o transporte de cargas e encomendas realizados por motociclistas.

Atualmente, estima-se que só em São Paulo circulem 600 mil motocicletas, sendo que 200 mil são usadas como meio de transporte profissional. Os freqüentes acidentes envolvendo a categoria, em sua maioria graves e fatais, impõem a urgência da mobilização de profissionais motociclistas para conquista de espaço no trânsito e na sociedade brasileira, abrindo debate em torno da função social do motofretista

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