Miguel Jorge volta a falar que IPI começa a ser cobrado em outubro

De acordo com o ministro, ainda falta muito tempo para que a alíquota completa do imposto volte a vigorar

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O ministro do Desenvolvimento e Comércio Exterior, Miguel Jorge, reafirmou hoje (24) que o governo não planeja alterar o cronograma da volta da cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que baixou principalmente o preço dos carros zero quilômetro.

De acordo com o ministro, ainda falta muito tempo para que a alíquota completa do imposto volte a vigorar. “Eu acho que é bastante cedo porque a nossa previsão é terminar [a reintrodução da taxa] em 31 de dezembro. Como nós ainda estamos em setembro, é muito cedo”, afirmou o ministro.

Ele também garantiu que o início da cobrança está mantido para 1º de outubro, mas reconheceu que podem haver alterações durante o período de reintrodução do imposto. “Vamos acompanhar todo o processo produtivo e agiremos conforme a necessidade”, afirmou.

O cronograma de volta do IPI prevê inclusão de 1,5% do imposto a partir de outubro, 3% em novembro, 5% em dezembro e 7% a partir de janeiro do próximo ano.

O ministro também disse que com a saída da crise, ele espera que a partir do ano que vem o Brasil possa “retomar os números extraordinários” das exportações do ano passado.

O ministro do Desenvolvimento e Comércio Exterior, Miguel Jorge, reafirmou hoje (24) que o governo não planeja alterar o cronograma da volta da cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que baixou principalmente o preço dos carros zero quilômetro.

De acordo com o ministro, ainda falta muito tempo para que a alíquota completa do imposto volte a vigorar. “Eu acho que é bastante cedo porque a nossa previsão é terminar [a reintrodução da taxa] em 31 de dezembro. Como nós ainda estamos em setembro, é muito cedo”, afirmou o ministro.

Ele também garantiu que o início da cobrança está mantido para 1º de outubro, mas reconheceu que podem haver alterações durante o período de reintrodução do imposto. “Vamos acompanhar todo o processo produtivo e agiremos conforme a necessidade”, afirmou.

O cronograma de volta do IPI prevê inclusão de 1,5% do imposto a partir de outubro, 3% em novembro, 5% em dezembro e 7% a partir de janeiro do próximo ano.

O ministro também disse que com a saída da crise, ele espera que a partir do ano que vem o Brasil possa “retomar os números extraordinários” das exportações do ano passado. (Mariana Jungmann-Repórter da Agência Brasil)

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