Veloce Logística investe pesado para conquistar espaço no mercado

Empresa entra no mercado com meta de faturar R$ 140 milhões e já conta com 14 bases operacionais no Brasil e na Argentina, frota de 326 carretas, 75 parceiros em transporte e 375 funcionários. Nova operadora logística nasceu de iniciativa do fundo de investimentos Pátria oferecendo serviços logísticos como milk-run, armazenagem e gestão de embalagens

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Fundada pela Pátria Investimentos, juntamente com a experiência de executivos do setor, a Veloce Logística estreia no mercado com o objetivo de atender às necessidades logísticas de grandes empresas de diversos segmentos. Sua estrutura é formada por 14 bases operacionais no Brasil e na Argentina e 326 carretas sider próprias. No País, as bases estão em São Paulo (SP), São Caetano do Sul (SP), São José dos Campos (SP), São Bernardo do Campo (SP), Gravataí (RS), Uruguaiana (RS) e São Borja (RS). Na Argentina, em Buenos Aires, Zárate e Rosário.

Com a meta de faturar R$ 140 milhões em 2010, a empresa atua em operações logísticas domésticas e transporte internacional. Entre seus clientes figuram General Motors, Toyota, Fiat, Danone e Nestlé. “Não queremos só crescer organicamente. Queremos crescer agregando outras empresas que tragam sinergia às nossas operações”, explica Paulo Guedes, presidente da Veloce.

Os serviços oferecidos pela companhia incluem milk-run (coleta programada), armazenamento, embalagem, reembalagem controle de estoques, inventários, administração e controle de embalagens, logística reversa, sistemas de documentação internacional, gerenciamento e gestão de transporte e transporte internacional.

Hoje, somente nas atividades de coleta de produtos para customização de cargas, os veículos percorrem, mensalmente, 1,4 milhão de quilômetros. São mais de 7 mil viagens por mês. Dessas, cerca de mil são internacionais, conta Guedes.

A partir de dezembro desse ano, a companhia passará a realizar suas atividades em um novo espaço. O armazém de x-docking tem 18 docas e está localizado na cidade de Diadema (SP). São, no total, 21 mil metros quadrados para “se preparar para novas operações e atender melhor as atuais”, explica o executivo.

Expansão

Nos próximos três anos, a empresa  pretende investir até R$ 200 milhões em estrutura e equipamentos. Mas isso não quer dizer investir somente em ativos. “Ter ou não ter ativos é estratégico. As vezes é preferível alugar, arrendar ou terceirizar. É preciso ver o que é mais rentável. Depende da necessidade de cada cliente”, explica o presidente.  “A estratégia da Veloce é estar ao lado dos clientes no desenvolvimento conjunto de novas e melhores soluções logísticas, instituindo programas efetivos e contínuos de melhoria nos processos operacionais existentes”, diz o diretor de Operações Ruy Galvão.

Novos mercados também estão nos planos dos executivos. Os países vizinhos, principalmente os do cone Sul, são os que atraem mais interesse. “Queremos aumentar a abrangência para mais países da América do Sul. Antes, queremos consolidar as atuais operações, mas, quem faz Argentina tem possibilidade de fazer Mercosul”, revela o diretor administrativo-financeiro André Perosa.

Logística verde

Preocupada com a preservação do meio ambiente, a Veloce já realiza o controle de emissão de gás carbônico (CO2) de seus veículos. “No fim de cada viagem, o motorista informa a quantidade de CO2 eliminada”, conta Galvão.  A frota, com idade média de 1 ano e meio a dois, também contribui para o baixo nível de poluentes despejados na atmosfera. “Esses motores já vêm com as exigências do Euro III. Mantendo uma frota cada vez mais renovada, mantém-se o equipamento mais perto das exigências”, conclui o diretor.

Por: Bruno Martins – Redação Portal Transporta Brasil

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