MT ganha movimento pró-logística

O objetivo é convergir agendas estratégicas para agilizar obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e inserir outros projetos no programa do governo federal

Gol faz promoção em rotas da Azul
Carga aérea cresce na Lufthansa e Fortaleza ganha novo terminal
Debatedores defendem investimentos em transporte aquaviário

Entidades dos setores da agropecuária, indústria, comércio e serviços e da sociedade de Mato Grosso assinaram Protocolo de Intenções para marcar o lançamento do Movimento Pró-Logística. O objetivo é convergir agendas estratégicas para agilizar obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e inserir outros projetos no programa do governo federal. O lançamento foi realizado ontem, às 19 horas, no Auditório da Famato e contou com a presença do Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Reinhold Stephanes.

As entidades querem sensibilizar todas as esferas do poder público e, para tanto, elaboraram um documento técnico que mostra que os investimentos em infraestrutura de logística provocam efeitos positivos que vão além dos resultados obtidos com a redução nos custos do frete de transporte. Os benefícios sociais vão desde a geração de emprego e renda até as áreas de educação e saúde.

A grande preocupação está no custo do frete, tanto na vinda de insumos e de produtos acabados que são consumidos no estado, quanto na saída da produção, seja ela agrícola ou industrial, que tornam os preços dos produtos e mercadorias mais caros em Mato Grosso.

Se o valor do frete em Mato Grosso for reduzido em US$ 20 por tonelada com a implantação de projetos de rodovias, hidrovias e ferrovias, apenas com o escoamento da soja e milho, significa R$ 1 bilhão circulando anualmente no estado e que, com certeza, provocará um efeito dominó sobre as atividades industriais, comerciais e de prestação de serviços.

As entidades parceiras do Movimento Pró-Logística elegeram projetos de importância máxima. São eles, a Hidrovia Teles Pires/Tapajós, a Ferrovia Centro-Oeste, a BR-163 e as BRs 242 e 158.

O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) elaborou um estudo que mostra os impactos econômicos, sociais e ambientais que essas obras provocarão no estado.

Veja matéria original

COMMENTS