Rodobens Consórcio registra 57% de crescimento no 1º trimestre do ano

Foram mais de 10 mil cotas comercializadas entre janeiro a março deste ano. O destaque está por conta do segmento de motocicletas, que registrou mais de 250% de crescimento no período.

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A Rodobens Consórcio comercializou 10.267 novas cotas de consórcio (caminhões, imóveis, automóveis, implementos rodoviários, motos e tratores) entre janeiro e fevereiro de 2009. Isso representa um crescimento de 57,1% na comparação com o primeiro trimestre do ano passado, onde foram registradas as vendas de 6.535 novas cotas. “O crescimento foi impulsionado pelo desempenho do setor de motos, já que no período de crise, com o acesso ao crédito para o financiamento mais escasso, o público consumidor deste produto viu no consórcio uma forma de adquirir o bem de forma programada, sem juros”, justifica o diretor geral da Rodobens Consórcio, Ronald Macedo Torres.

Segundo o executivo da empresa, com a nova lei que regulamenta o setor, o Sistema de Consórcio, ficou mais conhecido perante os consumidores, que buscou mais informações e sentiu segurança em investir em uma cota para a aquisição de bens.

De acordo com o levantamento feito pela Rodobens, nos três primeiros meses do ano, a empresa comercializou 4.945 novas cotas de motos. Isso representa um crescimento de 251,7% em comparação as 1.788 cotas vendidas no mesmo período de 2008. Este crescimento se deve à entrada do Consórcio Nacional Dafra, administrada pela Rodobens Consórcio. “O Consórcio Nacional Dafra foi muito bem aceito pelo mercado e é um sucesso de vendas. O setor de duas rodas estava aquecido para o consórcio e será assim no decorrer do ano”, diz o diretor executivo da empresa, Valdomiro Pedroso.

O único segmento que registrou queda no período foi o de caminhões. Entre os trimestres, as vendas de novas cotas caíram 17,4%. Segundo Valdomiro Pedroso, diversos setores que transportam seus produtos por meio deste modal de transporte tiveram impacto negativo durante a crise, o que causou a queda. “O setor agrícola e o de construção civil nos deixam otimistas para a retomada do mercado de caminhões. Temos uma previsão de recuperação e crescimento para este ano, em relação a 2008”, finaliza Pedroso.

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