Rick Wagoner, presidente-executivo da GM, disse que montadora trabalha para evitar pedido de concordata e que capacidade de sobrevivência da empresa não é 100%
O presidente-executivo da GM, Rick Wagoner, disse em Detroit, nos Estados Unidos, que a montadora luta para evitar um pedido de concordata e que a capacidade de sobrevivência da empresa não é 100%
De acordo com reportagem publicada pelo jornal O Estado de São Paulo, Wagoner afirmou em entrevistas à imprensa internacional que a GM está resistindo ao que ele chama de “uma série de circunstâncias extraordinárias e isso é devido ao fato de a demanda global por automóveis continuar limitando as vendas e pressionando a liquidez da empresa.
A montadora norte-americana trabalha para atender às exigências impostas pelo Departamento de Tesouro dos EUA para a liberação integral do socorro de US$ 13,4 bilhões, dinheiro que a GM já começou a receber.
Fontes do mercado demonstram certa expectativa para saber se a ajuda será suficiente para a GM e Wagoner afirmou que os recursos são consistentes para “cobrir o cenário baixista”.

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