Déficit comercial de autopeças do Brasil chega a US$ 4,3 bi

Valor é 35% menor que o registrado no mesmo período de janeiro a agosto de 2014

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Setor de autopeças no Brasil projeta 2015 difícil com queda de 11,5% no faturamento

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De acordo com dados divulgados pelo Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores) a partir de informações obtidas com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o déficit comercial brasileiro de autopeças de janeiro a agosto foi de US$ 4,3 bilhões, valor 35% menor que o registrado no mesmo período de 2014. As exportações recuaram 6,3% e as importações, 22%.

Os embarques somaram US$ 5,18 bilhões. As compras externas foram de US$ 9,51 bilhões no período. No acumulado até agosto a Alemanha perdeu para o Japão o terceiro posto entre os maiores fornecedores de autopeças para o Brasil.

Os Estados Unidos mantêm o primeiro lugar em envio de autopeças ao Brasil, com US$ 1,19 bilhão, mas queda de 15,2% ante o mesmo período de 2014. O segundo posto é da China, com US$ 1 bilhão em componentes e retração menor que a dos EUA, de 9,5%.

A Argentina permanece como principal destino dos componentes fabricados no Brasil, que enviou para a nação vizinha US$ 1,7 bilhão. O total foi 6,6% menor que o repassado nos mesmos oito meses do ano passado.

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