Rodovia Rio-SP começa testes na cobrança de pedágio Free Flow

Rodovia Rio-SP começa testes na cobrança de pedágio Free Flow

Trechos em Paraty em Mangaratiba, no Rio de Janeiro, estão com os pórticos de cobrança em teste. Nova modalidade cobra pedágio com o veículo em movimento

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Já foram iniciados os testes da nova modalidade de cobrança de pedágio Free Flow (fluxo livre, em inglês) nos primeiros trechos de rodovias brasileiras. A cobrança eletrônica dispensa as praças de pedágio e é realizada com os veículos em movimento, por meio de uma leitura de uma tag por um pórtico instalado na rodovia, ou pela visualização da placa e dos eixos, agilizando o processo e criando novos modelos de pagamento. O usuário paga somente pelo trecho que usa.

A primeira rodovia a iniciar os testes reais é a BR-116/101/RJ/SP, sob a concessão da CCR RioSP e o sistema começou a ser usado nesta segunda-feira, 30 de janeiro. De acordo com a concessionária, os pórticos estão instalados em Paraty/Km 538; em Mangaratiba/Km 447; e em Itaguaí/Km 414, no trecho fluminense da BR-101 (Rio-Santos).

A empresa informou que as análises de fluxos e passagens serão feitas durante o mês de fevereiro utilizando os tags e as placas dos veículos, mas ainda sem cobrança. A previsão é que, após eventuais ajustes nos equipamentos, a cobrança seja iniciada em março.

Como funciona o pedágio Free Flow?

Por meio de leituras ópticas e eletrônicas, o modelo Free Flow substitui as praças de pedágio tradicionais, permitindo uma viagem sem paradas e sem a diminuição das velocidade dos veículos. O sistema funciona por meio de pórticos instalados nas rodovias que identificam, classificam os veículos e cobram a tarifa eletronicamente, conforme o tipo e o número de eixos.

Segundo a concessionária, na BR-101, a cobrança não será por quilômetro percorrido. Há duas maneiras de funcionamento: uma pela leitura de um tag previamente instalada no para-brisa; outra pela leitura da placa dos veículos. No primeiro caso, a passagem será cobrada direto na fatura da operadora de tag com o desconto previsto para o usuário frequente, que pode alcançar até 70%. Já para o motorista que não tem tag instalada no para-brisa, o pagamento da tarifa poderá ser feito por WhatsApp/Chatbot, App ou portal web da concessionária, além da carteira digital, por meio de PIX ou cartão de crédito. A tarifa deve ser paga em até 15 dias corridos após a passagem. Ao não efetuar o pagamento, o condutor estará cometendo infração de trânsito, prevista no art. 209-A da Lei nº 9.503 de setembro de 1991, que instituiu o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
Acesse o site da concessionária para saber mais: www.ccrriosp.com.br/freeflow

Leo Doca – Agência Transporta Brasil (ATB)
leodoca@transportabrasil.com.br

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