Fretebras movimentou mais de R$ 18 bi em fretes no primeiro trimestre de 22

Fretebras movimentou mais de R$ 18 bi em fretes no primeiro trimestre de 22

Levantamento do Fretebras com base em 2,2 milhões de viagens realizadas pela plataforma mostra crescimento de quase 37% no volume de fretes

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Os caminhoneiros autônomos brasileiros têm sofrido com diversas dificuldades, como a falta de oportunidade para trocar de caminhão e alta no diesel, mas o movimento de fretes do Fretebras mostrou um crescimento no volume transportado no primeiro trimestre de 2022.

Segundo a plataforma digital responsável por conectar embarcadores e caminhoneiros, houve um aumento de 37% no volume de fretes realizados de janeiro a março deste ano, com um total de movimentação de R$ 18 bilhões no período. Os dados estão na 7ª edição do “Relatório Fretebras – O Transporte Rodoviário de Cargas”, com base nos 2,2 milhões de fretes realizados no período.

Mais digital e preparado

“O que temos notado é que o transporte rodoviário de cargas está cada vez mais digitalizado, com as transportadoras e os caminhoneiros autônomos utilizando plataformas online para realizar os fretes. Por conta disso, a gente consegue monitorar melhor as movimentações e ajudá-los com um transporte mais seguro e eficiente”, destaca Bruno Hacad, diretor de Operações da Fretebras.

Em conversa com a redação do Transporta Brasil, Hacad revelou que o Fretebras está trabalhando fortemente para sempre atualizar a plataforma e criar condições cada vez mais seguras para os usuários, nas duas pontas. A plataforma também oferece serviços de fintech, trabalhando como um banco para transportadoras e caminhoneiros.

Segundo o Fretebras, o destaque para o volume de fretes no primeiro trimestre ficou para a região Centro-Oeste, com aumento de cerca de 65% nos embarques. Sudeste e Sul tiveram crescimentos de 42,0% e 10,2%, respectivamente.

“O grande fator que está por trás da digitalização das rotas é a pressão da inflação sobre os custos do transporte, puxada principalmente pela alta do diesel. O mercado tem notado que a contratação de autônomos usando aplicativos de frete, como o nosso, tem gerado economias de 20 a 30% quando comparado com frota própria. Por isso, grandes setores como agro, construção e indústria apostam por este tipo de solução. Naturalmente, Sul e Sudeste puxam o movimento, por serem regiões onde a digitalização está mais presente”, reforça Hacad.

As rotas mais quentes

De acordo com o levantamento do Fretebras, o agronegócio movimentou a rota mais quente do Brasil, entre as cidades gaúchas de São Borja e Rio Grande, região portuária de grande importância. Este trecho teve mais de 1.400 fretes entre janeiro e março. O principal produto transportado: trigo. No segmento de produtos industrializados, a rota mais quente do Brasil ficou entre as capitais do Paraná, Curitiba, e de São Paulo, com pouco mais de 1.000 embarques, a maioria com cargas paletizadas. No setor da construção civil o destaque ficou para o trecho entre Arcos (MG) e Piracicaba (SP), com cerca de 2.500 fretes, quase todos para o transporte de cimento.

Leo Doca – Agência Transporta Brasil (ATB)
leodoca@transportabrasil.com.br

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Agência Transporta Brasil – ATB

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