Ajude a desenvolver a matriz energética do transporte brasileiro de cargas!

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Consultoria do setor de gás quer saber como são os hábitos de abastecimento das transportadoras para viabilizar o gás natural. Brasil já tem caminhões e ônibus a gás

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O leitor que transporta o Brasil de verdade confere aqui neste espaço há alguns meses a evolução do mercado e da indústria de transporte em nosso país, com destaque para novas tecnologias e viabilidade de alternativas para um transporte sustentável.

A Scania é uma fabricante que apostou neste conceito e lançou o primeiro caminhão e o primeiro ônibus movido a gás do Brasil. A Foton, fabricante chinesa com atuação por aqui, também tem um veículo de carga movido a gás, de pequeno porte.

Nos dois casos, as transportadoras que adotaram as soluções a gás contam com dispositivos e estrutura para o abastecimento de seus veículos, já que, notadamente, o Brasil não conta com cobertura nacional de postos de Gás Natural Veicular (GNV).

Mas como essas frotas movidas a gás terão autonomia e estrutura de abastecimento para rodar por todo o Brasil? Esta pergunta crucial para a viabilização do combustível, que, além de trazer uma alternativa ao diesel, promove menor emissão de gases poluentes.

A Consulgás, empresa de consultoria com especialização em gás natural, quer ampliar a estrutura do gás no Brasil e criou um estudo chamado Corredor Azul. “Este conceito já existe na Europa e se refere a rotas com infraestrutura de gás natural voltada para o transporte de cargas como uma forma de contribuição para a transição energética. A pesquisa consiste em um formulário online simples, que os transportadores devem responder para contribuir”, diz Ricardo Vallejo, sócio e pesquisador da Consulgás.

De acordo com Vallejo, o Corredor Azul tem o objetivo de estimar o potencial de consumo e, principalmente, as melhores regiões para a expansão dos investimentos na infraestrutura do gás natural. Uma das formas de fazer isso é a contagem do fluxo rodoviário e a aplicação de uma pesquisa para obter as informações sobre o consumo dos frotistas, principalmente operadores logísticos e empresas de transporte de cargas. A pesquisa online tem perguntas sobre o tamanho de frota, idade média dos veículos, abastecimento interno na transportadora, planejamento de viagens e opiniões do transportador sobre o gás natural.

Contribua com o futuro

“A pesquisa é bem simples, tem nove perguntas e pode ser respondida online, em no máximo dois minutos”, conclui o pesquisador.

Para participar da pesquisa e contribuir com o futuro energético do transporte brasileiro, clique no link abaixo:

https://forms.gle/EAkUkHBZzEBTCiWW9

 

Leo Doca – Agência Transporta Brasil (ATB)
leodoca@transportabrasil.com.br

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Agência Transporta Brasil – ATB

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