Primeiro Scania a gás da mineração é do Brasil

Primeiro Scania a gás da mineração é do Brasil

Gerdau e Fagundes vão operar um Scania G 410 6x4 movido a gás nas operações em Itabirito, Minas Gerais

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A Scania fez história mais uma vez: agora, estreou com seu caminhão a gás nas operações de mineração e, com isso, é pioneira também no fora de estrada com combustíveis alternativos. Uma unidade do Scania G 410 6×4 movido a gás vai trabalhar nas operações da produtora de aço Gerdau na mina Várzea do Lopes, localizada em Itabirito (MG). Quem vai operar o caminhão será a Fagundes Construção e Mineração S.A, com suporte de pós-venda e manutenção da Casa Scania WLM Itaipu.

“A Scania vem liderando a transição para um sistema de transporte mais sustentável. O caminhão a gás vem sendo um sucesso no modal rodoviário. Agora, vamos inovar outra vez o mercado fora de estrada. Uma ação que também é inédita globalmente para a marca. Portanto, é da Gerdau o primeiro caminhão movido a gás da história da mineração no Brasil, e do mundo para a Scania. Temos certeza que os resultados vão surpreender e criar tendência”, diz Silvio Munhoz, diretor de Vendas de Soluções da Scania no Brasil. “Na área da sustentabilidade é importante dar o primeiro passo e assumir compromissos de redução das emissões. Parabéns à Gerdau por acreditar que é possível tornar mais sustentável a operação logística na mineração”, completa.

Interesse crescente

A Scania começou a vender seus caminhões a gás fabricados no Brasil em outubro do ano passado e, a partir de maio deste ano, em plena crise do vírus, a fabricante começou a fazer as entregas. Hoje, a empresa já vendeu 70 caminhões a gás para o transporte na indústria de cosméticos e alimentos.

O abastecimento do gás natural veicular (GNV), de responsabilidade da Logás, será dentro da própria operação numa estação compacta que está sendo construída pela produtora de aço de acordo com as normas legais e de segurança para o armazenamento, consumo e utilização do gás. O tempo de duração do abastecimento é curto, cerca de 15 minutos, o que não compromete a disponibilidade do caminhão no trabalho diário que é intenso, já que ele vai rodar 24 horas por dia, sete dias por semana. A expectativa é que haja uma autonomia de 10 metros cúbicos/hora, que nessa operação significa entre 250 e 300 km.

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Leo Doca – Agência Transporta Brasil (ATB)
leodoca@transportabrasil.com.br

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Agência Transporta Brasil – ATB

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