Caminhão paixão! Todo mundo quer entrar no Kenworth T680

Caminhão paixão! Todo mundo quer entrar no Kenworth T680

Confira o que alguns visitantes saudosos por modelos bicudos acham do caminhão que está dando o que falar na feira!

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Basta entrar no pavilhão do São Paulo Expo que um caminhão vermelho, bem diferente do que circula nas rodovias brasileiras, irá chamar sua atenção no estande da DAF Caminhões. O modelo é o Kenworth T680, que está no Brasil apenas como modelo de exposição.

O extrapesado do Grupo PACCAR é equipado com motor PACCAR MX-13 (de 12,9 litros) e potência entre 405 cv e 510 cv. Câmbio automatizado de 12 velocidades e sistema otimizado de economia de combustível fazem parte do DNA do caminhão, que está cumprindo o papel de chamar a atenção do público. Confira o depoimento de algumas pessoas que enfrentaram a fila para tirar uma foto perto do caminhão que é muito mais comum em países como Estados Unidos.

O casal Gilberto Ribeiro, de 59 anos, e Regina Ribeiro, de 63 anos, é de Belo Horizonte, veio para São Paulo visitar familiares e aproveitou para passar na Fenatran, já que os dois são sócios em uma transportadora de implementos rodoviários. “Acredito que venho na Fenatran desde a primeira edição. Muito legal ver um caminhão como esse por aqui, já que não é comum no Brasil. Acompanho esses modelos apenas por vídeos na internet”, diz o marido. “Ao descer dessa cabina minha vontade é pegar esse caminhão e viajar o mundo. Na verdade esse é o nosso sonho”, completa a esposa.

Os amigos Sérgio Marques, de 60 anos, que é gerente geral de logística e Alfredo Aguiar, de 45 anos, que trabalha como coordenador de frota, estavam indignados por esse modelo não ser produzido no Brasil, com exceção do Atron da Mercedes-Benz. “Esses modelos são muito aerodinâmicos, além de espaçosos e bonitos. Minha opinião é de que deveria ter mais caminhões assim aqui”, comenta Alfredo. “Fui três vezes para os Estados Unidos e fiquei fascinado por ver que lá era tão comum esse tipo de caminhão”, finaliza Sérgio.

Atualmente, a legislação brasileira calcula o tamanho máximo dos caminhões no País. Por isso, as opção bicudas têm desvantagens no comprimento e as fabricantes acabam optando pelos modelos cara chata.

Por Thayná Alves, especial para Agência Transporta Brasil

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