Aliança Navegação e Logística compra VW

Aliança Navegação e Logística compra VW

Batizado de “Aliança Trucking”, projeto contempla a abertura de um terminal operacional no ABC paulista

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Com o aumento da demanda pelo serviço de cabotagem, a Aliança Navegação e Logística –que faz parte do grupo Maersk – decidiu ampliar sua frota de caminhões. O projeto Aliança Trucking inclui a aquisição de 50 conjuntos entre caminhões Constellation 25.420 V-Tronic e semirreboques.

O investimento foi em torno de R$ 20 milhões e a expectativa é que sejam realizadas 37 mil viagens ao longo deste ano, entre a frota própria e terceirizada que somam 169 conjuntos. Vale ressaltar que todos os veículos vão atuar no estado de São Paulo para atender operações que liguem ao Porto de Santos.

“Com a Aliança Trucking seremos responsáveis por toda a frota dedicada, incluindo veículos próprios e terceirizados. O projeto também contempla a abertura de um terminal operacional em São Bernardo do Campo, bem localizado geograficamente para acessar as duas margens do Porto de Santos”, explica Fernando Camargo, head of Intermodal – South America East Coast da Aliança e Hamburg Süd.

Com esse terminal, a Aliança espera otimizar suas operações. “Continuamos trabalhando com as transportadoras parceiras, pois os modelos de negócios se complementam. O que queremos com a nova frota é estabelecer padrões de qualidade que deverão ser replicados pelos parceiros”, acrescenta o executivo.

A importância dos caminhões na cabotagem

Atualmente, os caminhões são fundamentais para o serviço porta a porta da Aliança. Em mais de 90% dos casos, a armadora utiliza o transporte rodoviário nas pontas.

Configurado 6×2, o Constellation 25.420 adquirindo pela Aliança é equipado com transmissão automatizada V-Tronic da ZF, de 16 marchas. O motor é o Cummins ISL, de 9 litros e 6 cilindros em linha, com potência de 420 cv a 2.100 rpm e torque de 189 mkfg de 1.300 rpm. O entre-eixo é de 3.300 e as versões adquiridas são leito teto alto.

A armadora tem em seus planos aumentar a frota, tendo como estratégia operar com vários modelos. Mas também informa que a terceirização continuará sendo a principal fonte de veículos.

“Ainda este ano, pretendemos consolidar o projeto em Santos e iniciar os estudos de ampliação e renovação da frota de Manaus, que tem atualmente 15 caminhões e 120 semirreboques. Outras regiões também serão avaliadas para receber modelos de negócios semelhantes”, conclui Camargo.

Andrea Ramos
Editora-executiva da Agência Transporta Brasil
andrearamos@transportabrasil.com.br 

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