Setor de motocicletas amarga pior resultado desde 2002

Produção registrou 423,7 mil unidades, 8,8% menor que a atividade do mesmo período de 2016

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A produção de motos no primeiro semestre registrou 423,7 mil, 8,8% menor que a atividade do mesmo período de 2016 e também o pior desde 2002, quando foram montadas 406,5 mil unidades na primeira metade do ano. As informações foram divulgadas pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo) nesta terça-feira (11/7).

Nesse período analisado, o setor fechou aproximadamente 1,2 mil vagas em 2017 e passa a empregar 12,2 mil trabalhadores na cadeia produtiva (fabricantes e fornecedores), 9,1% a menos que no fim de 2016.

Em 2011, as montadoras e fabricantes de motopeças chegaram a empregar 20,5 mil trabalhadores.

Os emplacamentos de janeiro a junho de 2017 somaram 427,2 mil unidades, resultando em queda de 9% em relação aos primeiros seis meses de 2016.

A associação espera 890 mil emplacamentos até o fim do ano, resultando em queda de 1,1% ante o total registrado em 2016.

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