APM Terminals em Pecém recebe dois novos guindastes tipo STS

Novos equipamentos têm 87 metros de altura e pesam cerca de 1600 toneladas: estão entre os maiores do Brasil

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Porto de Pecém, no Ceará, acaba de receber os dois guindastes do tipo STS (Ship to Shore) adquiridos pela APM Terminals para movimentação de contêineres no terminal. Com aproximadamente 87 metros de altura e 1.600 toneladas, eles estarão entre os maiores do Brasil, tornando o porto nordestino um dos únicos do país capazes de operar navios de última geração (Ultra-Large Containerships), com 400 metros de comprimento, 56 metros de largura, 15,2 metros de calado e podendo carregar até 18.000 TEUs.

Os equipamentos operam simultaneamente dois contêineres de 20 pés e um de 40 pés (unidade de medida padrão). A capacidade do guindaste é de 65 toneladas para contêineres e 100 toneladas para operar cargas especiais. Além disso, os equipamentos têm 68 metros de lança, podendo alcançar até a 22ª fileira de contêineres das embarcações.

Ao todo, foram quase R$ 100 milhões investidos pela APM Terminals para aquisição de equipamentos, entre eles os guindastes, empilhadeiras e terminal tractors, enquanto o Governo do Estado do Ceará, que gerencia o Complexo Portuário de Pecém por meio da estatal Cearaportos, investiu R$ 600 milhões em obras de ampliação de cais. Os aportes públicos e privados integram um projeto de longo prazo para que o Porto de Pecém seja o principal concentrador e distribuidor de cargas do Norte e do Nordeste do país.

“Pecém é o porto mais próximo de mercados consumidores como os Estados Unidos, a Europa e o Norte da África. Sua localização também é estratégica para todas as rotas provenientes da Ásia, o que o torna também uma excelente opção para distribuição de mercadorias por meio da cabotagem”, explica Ricardo Arten, Diretor Superintendente da APM Terminals no Brasil. “Essa condição, aliada à profundidade natural de 18 metros e à disponibilidade de equipamentos para a operação de grandes navios de contêineres, é o principal diferencial de Pecém em relação à atual infraestrutura portuária disponível no Brasil”, completa.

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