Brasil e Colômbia firmam acordo para comércio de veículos leves livre de taxação

Tarifa de importação será zerada para uma cota inicial de 12 mil unidades em 2016, subindo para 25 mil no segundo ano e para 50 mil a partir do terceiro ano

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Durante a visita da presidente Dilma Rousseff a Bogotá, no dia 9/10, foi firmado entre o Brasil e a Colômbia um acordo bilateral para comércio de veículos leves livre de taxação a partir do ano que vem, com validade de oito anos.

A tarifa de importação será zerada para uma cota inicial de 12 mil unidades em 2016, subindo para 25 mil no segundo ano e para 50 mil a partir do terceiro ano.
Vendas superiores à cota serão tarifadas normalmente e parcelas não utilizadas em um ano poderão ser somadas aos próximos anos.

A iniciativa, por enquanto, é válida somente para automóveis e comerciais leves, até o máximo de 3,5 toneladas de peso bruto total, a inclusão de caminhões e ônibus será estudada.

Uma das exigências do acordo da isenção é que, dos 12 mil veículos isentos no primeiro ano, nove mil tenham de ser fabricados com mínimo de 50% de insumos locais e três mil com 35%. No caso da Colômbia, nove mil carros devem ter 35% de nacionalização e três mil 50%. Já a partir do terceiro ano, 45 mil carros brasileiros precisam ter 50% de peças nacionais e cinco mil com 35%, valendo o contrário para as exportações da Colômbia para o Brasil.

A Colômbia é o terceiro maior mercado automotivo da América do Sul, atrás de Brasil e Argentina, e fabrica em torno de 300 mil a 350 mil veículos por ano.

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