Grupo Columbia realinha estratégia corporativa e busca novas frentes de negócio

Após fortes investimentos em tecnologia e infraestrutura, grupo quer ser um dos maiores players do País e projeta crescimento nas operações internacionais voltadas para o vestuário

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O Grupo Columbia, especialista em operações logísticas, promoveu recentemente uma revolução em suas direções ao redesenhar a estratégia corporativa e promover investimentos maciços em tecnologia, processos e infraestrutura. Algumas das principais apostas da corporação estão reservadas para o segmento de vestuário.

De acordo com o diretor de Logística da empresa, Marcelo Brandão, em 2014, a Columbia faturou aproximadamente R$ 2 bilhões e investiu cerca de R$ 20 milhões na aquisição de novos equipamentos e inauguração de novas estruturas, como o Centro de Distribuição de Cotia, que já é um dos maiores do Brasil em movimentação de roupas e materiais esportivos.

O Grupo Columbia também passa a contar com uma nova empresa chamada The Cotton Road. A companhia funcionará como uma gestora de cadeia de suprimentos integrada, e terá como objetivo oferecer todas as soluções em uma só compra, incluindo sourcing, processo de busca e desenvolvimento dos fornecedores mais competitivos em todo o mundo.

“Nosso objetivo é atender a uma demanda do mercado, que é a necessidade de internacionalização da produção de artigos têxteis de forma contínua, confiável e competitiva, além de potencializar os produtos e serviços das outras empresas do Grupo Columbia, verticalizando várias atividades para os mesmos clientes e criando ainda mais valor para a organização”, comentou Daniel Tavares, diretor da companhia.

Além disso, segundo Marcelo Brandão, o grupo, que já atua fortemente no transporte de commodities como café, algodão e cacau por meio de seu acionista, está analisando agronegócio para a expansão dos negócios em longo prazo.

“O setor de agronegócio é o que nos desperta maior interesse devido ao seu potencial de crescimento, tanto que é alvo constante de estudos na empresa. A intenção é desenvolvermos um operador logístico nesta área já nos próximos anos. Todos comentam que o momento não é bom, mas mesmo assim, o Brasil não vai parar de jeito nenhum, e nós podemos enxergar nessa necessidade de reestruturação uma maneira de ingressar ao segmento, que é um dos mais significativos da nossa economia”, conclui Brandão.

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