Maioria dos usuários de rodovias paulistas afirma não usar cinto de segurança traseiro

53% dos entrevistados não usam proteção no banco de trás; Barretos é a região do Estado com maior índice da infração

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Uma pesquisa desenvolvida pela Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo) feita em dezembro aponta que o uso do cinto no banco de trás não é utilizado por grande parte dos passageiros que trafegam nas rodovias que cortam o Estado.

53% dos entrevistados dizem não usar o cinto no banco de trás. 15% dos entrevistados dizem não usar nem no banco da frente. Dos motoristas de caminhão e passageiros do veículo de carga, somente 76% dos condutores afirmam que usam cinto.

Barretos é a região do Estado de São Paulo com maior índice de passageiros sem cinto no banco traseiro: 62% de ocorrências. Já as regiões de Presidente Prudente e de Santos aparecem empatadas, com 60%.

A associação diz que, de 2012 até outubro de 2014, 69,4% dos passageiros de bancos traseiros que morreram em acidentes nas rodovias estavam sem cinto de segurança. As vítimas fatais no banco da frente de passageiro sem cinto chegam a 38,4%; entre motoristas, 50,1%.

A Pesquisa envolveu 19 mil veículos que passaram pelos pedágios de 46 estradas sob concessão.

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