Aeroportos Galeão (RJ) e Confins (MG) passam a ser operados por concessionárias

Aeroporto da capital fluminense receberá, nos próximos 25 anos, cerca de R$ 5,65 bilhões em melhorias; para a unidade de Belo Horizonte (MG), a previsão é de R$ 3,5 bilhões por três décadas

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Os aeroportos do Galeão, no Rio de Janeiro (RJ), e de Confins, em Belo Horizonte (MG), passaram a ser administrados pelas concessionárias Rio Galeão e BH Airport, respectivamente.

A estimativa é que o aeroporto da capital fluminense receba, nos próximos 25 anos, cerca de R$ 5,65 bilhões em melhorias. Já em Confins, a previsão é de R$ 3,5 bilhões por três décadas.

Com os investimentos, o Galeão deverá aumentar a capacidade de passageiros de 17,1 milhões para 60,4 milhões anuais em 2038. Já para as Olimpíadas do Rio de Janeiro, que serão realizadas em 2016, o novo operador do Galeão entregará melhorias como 26 novas pontes de embarque, 26 posições de pátio para aeronaves, área de pátio para 73 aeronaves, novo estacionamento para 1.850 veículos.

Desde já, o aeroporto terá aprimoramento em sinalização, atendimento nos balcões em português, inglês e espanhol, internet mais rápida, novas lojas de alimentação, implantação de coleta seletiva de resíduos, novos fraldários e novo caminhão contra incêndio. Novas empresas de limpeza e segurança também foram contratadas.

Para os próximos 10 anos em Confns estão previstas construção de novo terminal de passageiros que duplicará a capacidade para 20 milhões de passageiros/ano, 14 novas pontes de embarque, mais balcões de check-in e esteiras de bagagens, 1.455 novas vagas de estacionamento para veículos e nova área de embarque e desembarque internacional. Em 2043, o terminal terá capacidade para receber 43,3 milhões de passageiros por ano.

A concessionária já realizou intervenções no terminal aéreo, como a atualização e revitalização das sinalizações de informação ao usuário, melhorias na iluminação, troca de carpete, instalação de câmeras na torre de segurança, revisão dos sistemas de escadas rolantes, esteiras de bagagem e elevadores.

Com informações da CNT

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