Governo do RJ mapeará infraestrutura logística local visando os próximos 30 anos

Governo do RJ mapeará infraestrutura logística local visando os próximos 30 anos

Com recursos de R$ 5,5 milhões do Banco Mundial, análise permitirá que o Estado priorize projetos e investimentos no setor

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transito-RJ

Como parte do PELC 2040 (Plano Estratégico de Logística e Cargas), lançado no dia 13/11, na ACRJ (Associação Comercial do Rio de Janeiro) governo do Estado irá mapear a infraestrutura logística de todo o território carioca e apresentará projetos e soluções para os principais gargalos nos próximos 30 anos.

A análise, que será viabilizada com recursos de R$ 5,5 milhões do Banco Mundial, permitirá que o Estado priorize projetos e investimentos no setor, visando transformar o Rio de Janeiro em uma plataforma logística de classe mundial.

O projeto irá contemplar também uma análise das áreas de influência, potenciais concorrentes e sistemas complementares, como Minas Gerais, Espírito Santo e São Paulo.

“O plano é uma forma de o Estado identificar o desenvolvimento e a atuação das principais rodovias, ferrovias de cargas, portos e aeroportos do estado, de uma maneira integrada, fazendo que uma melhoria feita em um determinado setor implique diretamente em um avanço de outro modal. O objetivo final do projeto é tornar o Rio de Janeiro ainda mais atrativo para novos empreendimentos logísticos”, explica o subsecretário estadual de Transportes, Delmo Pinho.

Por ser um dos mais importantes corredores logísticos do País, o subsecretário justifica que a região e precisa aperfeiçoar a estrutura existente e organizar os seus modais.

De acordo com o coordenador do PELC, Wagner Colombini, o diagnóstico deve ficar pronto em 15 meses, ou seja, no início de 2015 e antes das Olimpíadas de 2016. Segundo ele, o estudo irá analisar as estruturas tributárias que influenciam o setor.

Estrutura do plano

A análise será repartida em três fases, e devem se complementar. A inicial será voltada para o mapeamento e as estimativas das capacidades operacionais, demarcando a demanda já existente. Esse primeiro passo será realizado em conjunto com os empresários do setor, responsáveis por auxiliar com informações de demanda.

Na segunda parte do planejamento haverá a estruturação viária dos polos regionais, sobretudo nas regiões Serrana, Sul e Norte, locais onde se extrai petróleo. Ao encerrar estes dois estudos, será produzida uma avaliação minuciosa da estrutura logística local, que dará a dimensão de como todos os nichos analisados poderão trabalhar em conjunto, de forma eficiente, levando em consideração a integração das regiões, o que proporcionará maior fluidez às cargas movimentadas no perímetro estadual.

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