BR-163: o Brasil sem asfalto

BR-163: o Brasil sem asfalto

Conheça a realidade do transporte rodoviário de cargas em uma das vias mais importantes e mais precárias do país, o trecho entre Cuiabá (MT) e Santarém (PA) da rodovia BR-163. No trecho mais crítico, são cerca de 1000 quilômetros sem asfalto e sem condições para quem realiza o transporte

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As rodovias brasileiras são tema para muita discussão, muitas reportagens e debates sobre o perfil rodoviarista de nosso transporte de cargas e de passageiros e, ainda, este país continental depende delas para integrar, escoar a produção e permitir que distâncias sejam encurtadas.

Quem opera o transporte rodoviário de cargas no Norte do Brasil sabe que asfalto e boas condições viárias são um luxo em trechos de rodovias como aTransamazônica e a BR-163, uma das mais extensas do Brasil. A rodovia BR-163 nasce no município gaúcho de Tenente Portela e se estende sentido Norte, cortando o mapa do Brasil, em 3.467 quilômetros até Santarém, no Pará.

Esta importante artéria de integração entre o Sul, o Centro-Oeste e o Norte do Brasil é utilizada largamente para o transporte de grãos, de insumos do agronegócio, de máquinas e equipamentos e da produção das regiões que são cortadas pela rodovia.

O trecho de 1000 quilômetros entre o norte do Mato Grosso e os rincões do Pará é o nosso foco nesta matéria especial sobre a BR-163, que mostra um Brasil sem asfalto, sem condições para os motoristas de caminhões, sem qualquer estrutura para quem nela trafega.

Confira na galeria abaixo, gentilmente cedida ao Portal Transporta Brasil pelo repórter cinematográfico Gilson Campos, um retrato deste Brasil empoeirado que roda sobre leitos de chão batido e desafia as leis do bom senso, da segurança e das condições mínimas para operar o transporte de cargas:

BR-163: o Brasil sem asfalto – Fotos por Gilson Campos – especial para o Portal Transporta Brasil

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