Eixo suspenso será cobrado nas praças de pedágio de SP a partir do dia 28/7

Eixo suspenso será cobrado nas praças de pedágio de SP a partir do dia 28/7

Medida foi publicada no Diário Oficial da União de domingo (24/7); categoria alega que cobrança afetará consumidor final inevitavelmente

Move Mais será a próxima empresa de pagamento eletrônico em pedágios de SP
Justiça de SP determina reajuste nos pedágios do Sistema Anchieta-Imigrantes e da Castello Branco
Rodovias paulistas sob concessão recolhem 67 toneladas de lixo por dia

roubo-cargas-pf

Conforme medida publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (24/7), a partir do próximo domingo (28/7), ônibus e caminhões terão de pagar pedágio relativo a todos os eixos, incluindo os suspensos, em rodovias do Estado de São Paulo.

A cobrança foi anunciada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) em 24/6 com validade a partir de 1º de julho, data em que o governo adiou a medida após uma série de protestos organizados por motoristas de caminhão. Naquela manhã, os transportadores bloquearam a Via Anchieta, a Castello Branco e o Rodoanel.

A Artesp (Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo) alega que os transportadores suspendiam os eixos quando se aproximavam das cabines de pedágio, mesmo quando a quantidade de carga exigia o reforço. Além de poder causar acidentes, essa prática precipita a deterioração do pavimento das pistas. Além disso, a cobrança já é feita nos pedágios das rodovias federais.

Segundo a categoria, o aumento encarecerá o valor do frete e, consequentemente, afetara o orçamento dos consumidores. Na Via Anchieta, a cobrança por eixo chega a R$ 21,20.

Na ocasião, Alckmin apontou o acréscimo como uma das escolhas de receita para suprir a defasagem causada pelo congelamento do reajuste dos pedágios nas rodovias estaduais para carros de passeio, que seria de 6,5%.

COMMENTS