Terminal de Chibatão (AM) expande frota portuária com 309 novos veículos em seis meses

Terminal de Chibatão (AM) expande frota portuária com 309 novos veículos em seis meses

Frota ampliada conta com cavalos mecânicos, carretas porta-contêineres, carretas para operação portuária, guindastes, empilhadeiras entre outros itens; para possibilitar a operação de todos os veículos adquiridos, foram criados 115 novos postos de trabalho na unidade

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O Terminal Portuário Alfandegado do Grupo Chibatão, localizado na Zona Sul de Manaus (AM), atingiu a marca de 309 novos veículos destinados às operações do porto adquiridos nos últimos seis meses dentro do programa de renovação e ampliação. Este número foi consolidado nesta semana, quando chegaram mais doze novas empilhadeiras para contêineres Terex Hamdler.

A frota ampliada conta com cavalos mecânicos, carretas porta-contêineres, carretas para operação portuária, guindastes, empilhadeiras entre outros itens.

Os novos equipamentos serão aplicado nas atividades dos principais armadores do local, que são a Aliança, Hamburg SUD, CMA-CGM, Mercosul-Maersk, Log In Logística e NYK. Essas companhias operam no transporte dos produtos importados e exportados pelo Polo Industrial de Manaus, no qual o terminal reponde por 80% da movimentação de cargas movimentadas via navios de longo curso e cabotagem.

“Já reduzimos em 40% o tempo de movimentação de contêineres em nossos pátios neste período e estamos prontos para o aumento da demanda dos produtos fabricados em Manaus para os mercados consumidores do Sul e Sudeste do País previsto para o segundo semestre”, afirmou o gestor do Porto Chibatão, Jhony Fidelis.

Para possibilitar a operação da nova frota, foram criados 115 novos postos de trabalho na companhia durante o período de expansão. Também houve a contratação da empresa paulistana Incatep para treinar os colaboradores.

“Além de investir em equipamentos, colocamos recursos próprios para treinar os operadores, uma vez que em Manaus não existe nenhum curso de habilitação básica, ou seja, poderíamos investir mais se existisse mão de obra qualificada no mercado”, conclui Fidelis.

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