Merck inaugura Centro de Distribuição no Rio de Janeiro

Merck inaugura Centro de Distribuição no Rio de Janeiro

Unidade que recebeu investimentos da ordem de R$ 21 milhões aumentará a capacidade de armazenagem da empresa em cerca de 60%

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A indústria farmacêutica e química Merck inaugurou na última quinta-feira (18/4) um novo Centro de Distribuição de produtos na Estrada dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro. O empreendimento, que recebeu investimentos da ordem de R$ 21 milhões, deve ampliar a capacidade de armazenagem da empresa em cerca de 60%, além de dar o suporte logístico necessário para o aumento da produção e dos investimentos na fábrica em Jacarepaguá. Logo no início do segundo semestre deste ano, a unidade passará a exportar medicamentos para países da América Latina.

O Centro de Distribuição tem 5.762 m² de área. O armazém está adaptado aos procedimentos da empresa, com climatização em toda a área do depósito (25º C) e uma câmara fria (2º a 8º C) com área de 212 m². Para operar nas instalações, a Merck fechou parceria com a AGV Logística.

“Quando decidimos pela criação do CD, geramos condições para que a fábrica entrasse para o time das plantas mais importantes do grupo Merck no mundo. Ele vai possibilitar a continuidade no aumento dos investimentos e da produção”, afirma o Diretor Financeiro, Luiz Barreto.

Resultados e projeção

No ano passado, a companhia farmacêutica bateu o próprio recorde na produção de medicamentos sólidos, ao atingir marca de 1,1 bilhão de comprimidos. Em 2011, foram fabricados 768 milhões.

Em agosto de 2012 foram concluídas as obras de expansão na área de produção, que foi duplicada de tamanho (para 2000 m²) e ganhou três novas máquinas para a produção de medicamentos. Para o exercício de 2013, a Merck quer produzir 1,2 bilhão de comprimidos (10% a mais que em 2012) e 66 milhões de embalagens (11% a mais que no ano passado).

“A partir de agora estamos no mesmo patamar das plantas europeias. Além disso, teremos um maior foco da matriz na Alemanha, tanto em relação a investimentos e, possivelmente, quanto à possibilidade de transferência de produtos, antes importados, para serem produzidos localmente”, afirma Fernanda Rabello, diretora da área operacional da Merck no Brasil.

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