Cummins faturou US$ 17,3 bi em todo o mundo em 2012

Cummins faturou US$ 17,3 bi em todo o mundo em 2012

Resultados representam alívio para executivos da companhia, que enxergaram os números como positivos, devido à crise internacional. Em relação ao ano anterior, faturamento foi 3,9% inferior

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A Cummins apresentou esta semana seus resultados globais de faturamento para o ano de 2012 e revelou que seus negócios em todo o mundo tiveram uma receita bruta de R$ 17,3 bilhões, 3,9% a menos que em 2011. Na América do Sul, o faturamento da empresa foi de US$ 1,6 bilhão, o segundo maior de sua história na região.

Somente no segmento de motores, a empresa teve uma receita de US$ 10,7 bilhões em 2012, 58% provenientes dos Estados Unidos e Canadá, 14% da Europa e Oriente Médio e 10% da América Latina e México. Segundo o vice-presidente da Cummins Inc. e presidente da Cummins South America, Luis Afonso Pasquotto, o desempenho foi excelente, apesar da crise global. “Este bom desempenho financeiro da companhia em 2012 oferece à Cummins posição privilegiada no futuro próximo. 2013 segue ainda com incerteza macroeconômica mundial. Mas como mantivemos investimentos de capital de US$ 1 bilhão e US$ 700 milhões em pesquisa e desenvolvimento, a Cummins está pronta para atender às sólidas tendências de crescimento que estão por vir nos próximos anos”, relata.

“O volume de produção de motores em 2012 acompanhou o setor brasileiro de caminhões que anotou queda de 40%, mas a Cummins, pelo quinto ano consecutivo, manteve a liderança de market share, com 33%”, explica Pasquotto.

No primeiro ano de vigência, a Cummins também ficou com a liderança, ao fornecer 19.842 motores Euro V, o equivalente a 28% do total de 69.667 unidades vendidas no País em 2012, que representaram 50% da produção de caminhões este ano.

“Em outros países, nos períodos de transição de tecnologia, também houve um gap entre a oferta e a demanda. Isso é muito natural. Neste momento, no Brasil, nos esforçamos em levar ao conhecimento do usuário final as reais vantagens dos motores Cummins Euro V, que adotaram a tecnologia SCR – Selective Catalytic Reduction, entre elas a redução no consumo de combustível de 7 a 14%, em motores Diesel de 3.8 a 11 litros, em relação ao Euro 3, e os níveis baixíssimos de emissão de poluentes”, analisa Alexandre Savelli, diretor executivo da unidade de motores, para quem esses fatos justificaram a liderança de vendas dos modelos ISBs no ano passado.

Nova estrutura

Com o objetivo de se fortalecer institucionalmente e também de oferecer mais agilidade operacional e autonomia às seis Unidades de Negócios, a Cummins Brasil anunciou, em julho de 2012, a sua nova estrutura organizacional, com a nomeação de Alex Savelli para a Diretoria Geral de Motores [cilindrada igual ou inferior a 15 litros] e Julie Bermudez [cilindrada igual ou superior a 19 lietros], de Fabio Magrin na Diretoria de Distribuição, abrangendo agora a América do Sul, e de Kip Schwimmer na Diretoria de Geração de Energia.

À frente dos negócios de Turbo Technologies, Filtration e Emission Solutions foram mantidos, respectivamente, Fabiano De Luca, Marco Rangel e Mauricio Rossi. E no topo do organograma está Luis Afonso Pasquotto, presidente da Cummins América do Sul e vice-presidente da Cummins Inc.

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