USP e Grupo OHL fazem pesquisa para tentar diminuir acidentes na rodovia Régis Bittencourt (SP)

Estudo adotou o trecho entre os quilômetros 515,1 e 513,4 da pista sentido São Paulo para realizar as intervenções e fazer o acompanhamento

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Por meio do Departamento de Transporte da Escola de Engenharia de São Carlos, a Autopista Régis Bittencourt (Grupo OHL) e a Universidade de São Paulo (USP), desenvolveram um estudo para avaliar um trecho da Régis Bittencourt (SP-230) com o propósito de reduzir a quantidade de acidentes. A pesquisa compreende o espaço entre os quilômetros 515,1 e 513,4 da pista sentido São Paulo, na região da Serra do Azeite, em Barra do Turvo (SP).

Com base na metodologia do “antes e depois”, o estudo foi iniciado em março de 2011 e tem previsão de conclusão para agosto desde ano. O trecho, com 1,65 quilômetro de extensão, é composto por um traçado sinuoso com cinco curvas acentuadas e rampas descendentes íngremes, e tem um histórico de 358 acidentes no período de setembro de 2008 a março de 2011 – média de 11,2 acidentes por mês.

A primeira etapa dos estudos definiu quais ações seriam implementadas no trecho. A segunda, teve como ações a melhoria do pavimento com serviços de fresagem, reparos localizados e aplicação de microrrevestimento asfáltico em todo o segmento. Placas de sinalização também foram instaladas, informando os limites de velocidade e com advertências. Além disso, também foram implantados novos dispositivos laterais de contenção, como barreiras de concreto e defensas metálicas em complemento aos já existentes.

Atualmente na terceira fase, o projeto, mês a mês, acompanha os índices de acidentes no segmento estudado. Além do trecho que recebeu as intervenções, há um comparativo com outros dois segmentos – entre os quilômetros 509 e 513, e também entre os quilômetros 516 e 518 -, por serem próximos ao local escolhido, pela semelhança das características dos traçados e por possuírem sinalização convencional.

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