Banco Mercedes-Benz cresce 15% de janeiro a agosto deste ano

Foram liberados R$ 2,3 bilhões para a aquisição de veículos. Com participação de 87% nos resultados do período, o Finame foi o produto mais procurado

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O Banco Mercedes-Benz fechou o acumulado de janeiro a agosto deste ano com acréscimo de 15% no volume de operações de crédito, comparado ao registrado no mesmo período de 2009. Tal aumento representa a liberação de R$ 2,3 bilhões contra R$ 2 bilhões no mesmo período do ano passado.

Já o crescimento em unidades financiadas foi de 17%, sendo 12.838 veículos contra os 10.997 dos oito primeiros meses do ano passado. “Além do aquecimento da indústria automobilística, as promoções desenvolvidas com taxas imbatíveis vêm elevando constantemente o volume de novos negócios”, comenta Angel Martínez, diretor Comercial do Banco Mercedes-Benz.

O produto mais procurado do período foi o Finame, com 87% de participação nos resultados do banco. Por meio da modalidade, foram liberados R$ 2 bilhões de janeiro a agosto, o que significa um aumento de 33% em comparação com o índice de 2009, que liberou R$ 1,5 bilhão para financiamentos.

Mas o maior crescimento ficou por conta do CDC (Crédito Direto ao Consumidor): 104%. O percentual representa uma cifra de R$ 212,3 milhões. “Temos promoções para toda a linha Mercedes-Benz: veículos comerciais, Sprinter e automóveis de passeio. Para alguns modelos, as campanhas oferecem taxa zero, com carência e diferentes opções de prazo para pagamento. Essas ações têm incentivado a procura pelo CDC”, avalia o diretor.

O Leasing registrou queda de 78%, passando de R$ 364,2 milhões liberados no período de 2009 para R$ 80,1 milhões de janeiro a agosto de 2010. Com esse resultado, o Leasing foi responsável por 4% dos novos negócios do período.

A carteira de agosto do Banco Mercedes-Benz ficou sendo R$ 6,6 bilhões, um crescimento de 22%. Em agosto de 2009, seu volume era de R$ 5,4 bilhões. Com isso, o Finame representa 78,8%; o Leasing, 13,8%; o CDC, 4,7%; o Floorplan, 1,8%; e o CDC Serviços, Capital de Giro e Empréstimo Pessoal, 0,9%.

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