Governador do Paraná veta projeto de criação da Ferrosul

Proposta já havia sido aprovada em três Estados. O presidente da Ferroeste, Neoroci Antônio Frizzo, é favorável à proibição

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O governador do Paraná, Orlando Pessutti, vetou o projeto de criação da Ferrosul, que integraria os Estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul. A proposta já tinha sido aprovada pelas três Assembleias Legislativas.

A iniciativa previa uma sociedade que forneceria 25% do ativo da Ferroeste, atualmente avaliado em R$ 322 milhões, para cada um dos estados. Futuramente, a integração da malha ferroviária poderia chegar até o Chile.

Neoroci Antônio Frizzo, presidente da Ferroeste, é favorável ao veto. “Como investir em construção de tantos quilômetros de trilhos se a Ferroeste atualmente não consegue sequer pagar o combustível?”, questiona ele, que assumiu a presidência em julho, e desde então tenta restabelecer o equílibrio financeiro da instituição.

“Esse volume de dívidas, para uma instituição que fatura R$ 1,2 milhão e tem um déficit mensal de R$ 700 mil é inaceitável”, ressalta Frizzo. Um plano de recuperação está em andamento, e já possibilitou uma economia total de mais de R$ 100 mil.

O desenvolvimento da Ferroeste também depende do fim das “brigas” com a América Latina Logística, que administra o resto da malha ferroviária do Estado. Com a mudança do contrato de operação, a empresa privada poderá tracionar nos trilhos da Ferroeste caso haja oferta de carga acima de 130 mil toneladas ao mês.

Apesar de ser contra o projeto da Ferrosul, Frizzo garante que é a favor da integração ferroviária. “Ela é fundamental para o desenvolvimento, mas deve partir da União para que o Paraná seja indenizado por perder o comando da empresa”, afirma.

Por Marília Brandão – Redação Portal Transporta Brasil, com informações do Paraná Online

O governador do Paraná, Orlando Pessutti, vetou o projeto de criação da Ferrosul, que integraria os Estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul. A proposta já tinha sido aprovada pelas três Assembleias Legislativas.
A iniciativa previa uma sociedade que forneceria 25% do ativo da Ferroeste, atualmente avaliado em R$ 322 milhões, para cada um dos estados. Futuramente, a integração da malha ferroviária poderia chegar até o Chile.
Neoroci Antônio Frizzo, presidente da Ferroeste, é favorável ao veto. “Como investir em construção de tantos quilômetros de trilhos se a Ferroeste atualmente não consegue sequer pagar o combustível?”, questiona ele, que assumiu a presidência em julho, e desde então tenta restabelecer o equílibrio financeiro da instituição.
“Esse volume de dívidas, para uma instituição que fatura R$ 1,2 milhão e tem um déficit mensal de R$ 700 mil é inaceitável”, ressalta Frizzo. Um plano de recuperação está em andamento, e já possibilitou uma economia total de mais de R$ 100 mil.
O desenvolvimento da Ferroeste também depende do fim das “brigas” com a América Latina Logística, que administra o resto da malha ferroviária do Estado. Com a mudança do contrato de operação, a empresa privada poderá tracionar nos trilhos da Ferroeste caso haja oferta de carga acima de 130 mil toneladas ao mês.
Apesar de ser contra o projeto da Ferrosul, Frizzo garante que é a favor da integração ferroviária. “Ela é fundamental para o desenvolvimento, mas deve partir da União para que o Paraná seja indenizado por perder o comando da empresa”, afirma.
Por Marília Brandão – Redação Portal Transporta Brasil, com informações do Paraná Online

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