Banco Mercedes-Benz fecha mês de julho com 33% de aumento nas operações

Com R$ 360,1 milhões liberados para financiamentos, este foi o melhor mês de julho já registrado e o segundo maior volume aprovado em um único mês pelo banco

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O Banco Mercedes-Benz fechou o melhor mês de julho de sua história com R$ 360,1 milhões liberados para financiamentos, o que também resultou no segundo maior volume aprovado em um único mês, ficando atrás somente de maio deste ano: R$ 369,4 milhões.

Em comparação com julho do ano passado, o desempenho deste ano gerou um acréscimo de 33% nas operações de crédito. De acordo com Angel Martínez, diretor Comercial do Banco Mercedes-Benz, esse ano o banco vem superando todos os seus recordes. “O excelente momento da indústria automobilística, principalmente no segmento de veículos comerciais, a continuidade do programa BNDES PSI e o conhecimento do Banco sobre o negócio dos nossos clientes são responsáveis por este desempenho”, explica.

Com 146% de crescimento, o CDC (Crédito Direto ao Consumidor) foi o produto que obteve maior avanço no período. Foram financiados R$ 27,1 milhões por meio desta modalidade, enquanto o período de 2009 registrou R$ 11 milhões. “Estamos oferecendo condições diferenciadas para a aquisição de automóveis da marca. Nossas taxas são as melhores em comparação com as disponíveis no mercado, principalmente se considerarmos os prazos de 36 e 48 meses”, ressalta o diretor.

O Finame alcançou a marca de 67%, o que significou uma movimentação de R$ 330,1 milhões contra os R$ 197,4 milhões em igual período de 2009. Já o Leasing registrou queda de 96%, passando de R$ 61,8 milhões em julho do ano passado para R$ 2,8 milhões em julho de 2010. “A procura pelo Leasing vem caindo em razão das taxas atrativas oferecidas pelo Finame, via BNDES, e da condição especial do CDC disponibilizada pelo Banco Mercedes-Benz”. Em suma, o Finame respondeu por 91,5%; o CDC, por 7,5%; e o Leasing, 1%.

A carteira do Banco Mercedes-Benz registrou R$ 6,5 bilhões, alta de 23%. Em julho de 2009, o volume era de R$ 5,3 bilhões. Do total em carteira, o Finame representa 78%; o Leasing, 15%; o CDC, 4%; o Floorplan, 2%; e o CDC Serviços, Capital de Giro e Empréstimo Pessoal, 1%.

Por: Victor José – Redação Portal Transporta Brasil

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