Indústria de SC busca saídas

Segundo o levantamento, as exportadoras catarinenses estão estruturando os processos internos para enfrentar a crise. Para 87% das 110 empresas pesquisadas, as adequações nos processos internos devem ser realizadas no decorrer deste ano

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Ainda sob o impacto da crise internacional, as indústrias exportadoras de SC traçam medidas na tentativa de reverter o quadro neste ano ou, pelo menos, garantir a retomada da estabilidade. Isso é o que mostra a publicação Diagnóstico do Setor Exportador 2009, divulgado ontem pela Federação das Indústrias de SC (Fiesc). Ainda sob o impacto da crise internacional, as indústrias exportadoras de SC traçam medidas na tentativa de reverter o quadro neste ano ou, pelo menos, garantir a retomada da estabilidade. Isso é o que mostra a publicação Diagnóstico do Setor Exportador 2009, divulgado ontem pela Federação das Indústrias de SC (Fiesc).

Segundo o levantamento, as exportadoras catarinenses estão estruturando os processos internos para enfrentar a crise. Para 87% das 110 empresas pesquisadas, as adequações nos processos internos devem ser realizadas no decorrer deste ano.

Entre as principais medidas, estão a prospecção e a diversificação de mercados, a introdução de produtos com mais valor agregado para diferenciar-se da concorrência e a identificação de matérias-primas com preços mais competitivos.

A pesquisa, realizada entre março e maio de 2009, mostra que a crise internacional já afetou as exportações de 22,6% das empresas (veja no box acima outros efeitos da crise). Indicando as expectativas para o resto do ano, 26,9% esperam garantir pelo menos a estabilidade no volume de exportação. Outros 39,5% acreditam que haverá redução e 33,6% esperam crescimento já neste ano.

O secretário de comércio exterior do Ministério do Desenvolvimento, Welber Barral, que participou do evento na Fiesc, aponta países da América Latina, África e Ásia como exemplos de mercados que ajudam a equilibrar as exportações. Mas ele acredita que a retomada é mais provável apenas a partir de 2010.

– Este ainda será um ano difícil para a indústria. Em 2010 deve começar a recuperação da economia pelos países emergentes – avalia.

Para o presidente da Fiesc, Alcantaro Corrêa, a preocupação do setor industrial com a estruturação dos seus processos mostra que as empresas catarinenses têm investido em gestão na busca de maior competitividade e fortalecimento para ganhar novos mercados.

– Dada a maior competitividade do mercado internacional, as exportadoras costumam ser empresas cuja gestão se diferencia das demais. O fato de elas realizarem ajustes rapidamente confirma isso – afirma.

Segundo o levantamento, as exportadoras catarinenses estão estruturando os processos internos para enfrentar a crise. Para 87% das 110 empresas pesquisadas, as adequações nos processos internos devem ser realizadas no decorrer deste ano.

Entre as principais medidas, estão a prospecção e a diversificação de mercados, a introdução de produtos com mais valor agregado para diferenciar-se da concorrência e a identificação de matérias-primas com preços mais competitivos.

A pesquisa, realizada entre março e maio de 2009, mostra que a crise internacional já afetou as exportações de 22,6% das empresas (veja no box acima outros efeitos da crise). Indicando as expectativas para o resto do ano, 26,9% esperam garantir pelo menos a estabilidade no volume de exportação. Outros 39,5% acreditam que haverá redução e 33,6% esperam crescimento já neste ano.

O secretário de comércio exterior do Ministério do Desenvolvimento, Welber Barral, que participou do evento na Fiesc, aponta países da América Latina, África e Ásia como exemplos de mercados que ajudam a equilibrar as exportações. Mas ele acredita que a retomada é mais provável apenas a partir de 2010.

– Este ainda será um ano difícil para a indústria. Em 2010 deve começar a recuperação da economia pelos países emergentes – avalia.

Para o presidente da Fiesc, Alcantaro Corrêa, a preocupação do setor industrial com a estruturação dos seus processos mostra que as empresas catarinenses têm investido em gestão na busca de maior competitividade e fortalecimento para ganhar novos mercados.

– Dada a maior competitividade do mercado internacional, as exportadoras costumam ser empresas cuja gestão se diferencia das demais. O fato de elas realizarem ajustes rapidamente confirma isso – afirma.

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