BR-101 tem terceira praça de pedágio

As filas concentraram-se dentro da área da praça e, nos horários mais críticos, como perto do meio-dia, não passaram de 200 metros. Apesar de buzinaços de alguns caminhoneiros, a Autopista Litoral Sul, que administra o pedágio, informou que não houve transtornos

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Houve momentos de lentidão e formação de pequenas filas no primeiro dia de funcionamento da praça de pedágio da BR-101 em Araquari, na região Norte do Estado.

As filas concentraram-se dentro da área da praça e, nos horários mais críticos, como perto do meio-dia, não passaram de 200 metros. Apesar de buzinaços de alguns caminhoneiros, a Autopista Litoral Sul, que administra o pedágio, informou que não houve transtornos.

O motorista Luiz Carlos Pickler, 28 anos, não estranhou o tempo de espera, por volta das 11h.

– É horário de pico, tem muito caminhão na estrada – disse.

Em Palhoça, motorista pagará no fim do mês – A consultora Camila Dacal, 27, também achou o atendimento normal, assim como o autônomo Eliel Marcos Oliveira, 29.

A praça de pedágio operou com 14 das 20 cancelas, sete no sentido Norte-Sul e sete no sentido Sul-Norte. O maior movimento foi no sentido Norte-Sul.

Duas das quatro pistas do Via Fácil (sistema de pagamento por mensalidade) também entraram em funcionamento sem problemas, segundo a Autopista.

A empresa não registrou nenhum incidente, como colisões nas cancelas ou motoristas sem dinheiro.

A base da Autopista em Araquari conta com uma ambulância básica, uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) móvel, dois guinchos e um carro para inspeções de tráfego.

Na BR-101, só não há cobrança na praça de pedágio de Palhoça, na Grande Florianópolis. Ela deve ser aberta até o final deste mês. Ao todo, são quatro praças na BR-101 e três na BR-116 (detalhes no mapa abaixo).

O Ministério Público Federal (MPF) em Santa Catarina tenta suspender a cobrança de pedágio na praça de Garuva. O órgão entende que a concessionária está fazendo o cobrança sem cumprir o contrato de concessão. Em primeira instância, a Justiça deu ganho de causa à Autopista Litoral Sul. O MPF tenta recurso no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre.

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