O exemplo do porto asiático

Missão da Fiesc conhece o maior terminal portuário do mundo

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O presidente da Fiesc, Alcantaro Corrêa, em missão no Sudeste Asiático, ficou impressionado com a eficiência do Porto de Cingapura, o maior do mundo em movimentação de contêineres.

Ontem, a comitiva conheceu o terminal portuário que tem mais de 350 guindastes e 54 berços de atracação. O porto fica no Sul de Cingapura, mas tem atividades também no Norte da Ilha.

A gestora do porto, a PSA, atua ainda em 23 outros portos em 16 países, a maioria na Ásia e Europa. Mas os mais novos parceiros estão na América. Os portos do Panamá e de Buenos Aires. A empresa manifestou interesse de atuar nos portos brasileiros.

O Porto de Cingapura começou a operar em 1972 e em 1980 já precisou de uma ampliação. Em 1990, teve a segunda ampliação, aproveitando uma ilha natural próxima ao cais. Em 2000, com 23 berços, sem espaço na área Sul, tiveram que ampliar para a área Oeste da Ilha, onde implantaram a fase 2, totalmente automatizada, com 130 portêineres, equipamentos gigantescos que retiram e colocam contêineres nos navios.

Como Cingapura importa muito para exportar para o restante da Ásia, os contêineres não saem do porto, são reembarcados em outros navios, por isso a retroárea é também muito grande. Com aterros, a PSA pretende implementar as fases 3 e 4 para ampliar ainda mais o terminal, que terá capacidade para movimentar 49 milhões de TEUs até 2018.

– Vai ser muito difícil Santa Catarina atingir este nível de eficiência. Primeiro, é preciso que mude a cultura dos responsáveis pelos portos para investirem em informatização nos nossos terminais. É preciso gerar maior velocidade na movimentação do Estado – disse Corrêa, lembrando que em Cingapura a alfândega libera os contêineres em 25 segundos.

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