Governo estuda licitar rotas aéreas de menor interesse

Para o ministro, a liberdade que as companhias áreas têm para escolher suas rotas limitou a aviação brasileira às principais cidades do País, o que poderia ser resolvido com a licitação de novas rotas para destinos de menor interesse

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Para aumentar a malha aérea brasileira e expandi-la para o interior, o governo está estudando licitar rotas de menor interesse garantindo exclusividade de operação aos vencedores por um determinado período, disse ontem o ministro da Defesa, Nelson Jobim.

Para o ministro, a liberdade que as companhias áreas têm para escolher suas rotas limitou a aviação brasileira às principais cidades do País, o que poderia ser resolvido com a licitação de novas rotas para destinos de menor interesse. “(A liberdade de rotas) fez com que o Brasil, em termos de aviação, esteja ainda no Tratado de Tordesilhas”, disse Jobim.

“Vamos ter uma mudança no que diz respeito às linhas de média e baixa densidade. Rotas de alta densidade continuam com liberdade total. Mas queremos fazer uma licitação das outras rotas, outorgando uma exclusividade durante um período aos vencedores para criar mercado”, acrescentou o ministro, durante a feira de aviação e defesa Laad 2009, no Rio de Janeiro.

A proposta, que de acordo com o ministro já foi levada ao presidente Luiz Inácio da Silva, também pode incluir vôos para o continente africano.

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