GM se recusa a pagar verbas indenizatórias

Segundo os sindicalistas, a empresa se negou a assinar qualquer acordo para pagamento das verbas indenizatórias aos trabalhadores da unidade fabril de São José dos Campos , conforme pleiteavam os representantes dos metalúrgicos

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A direção do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e integrantes do departamento jurídico da General Motors entraram ontem num impasse sobre o pagamento de verbas indenizatórias aos 744 empregados temporários dispensados em janeiro deste ano. O caso seguirá para novo julgamento junto ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT), em Campinas.

Segundo os sindicalistas, a empresa se negou a assinar qualquer acordo para pagamento das verbas indenizatórias aos trabalhadores da unidade fabril de São José dos Campos , conforme pleiteavam os representantes dos metalúrgicos.

A recusa aconteceu durante a audiência de conciliação, no fórum trabalhista da cidade, na 1ª Vara do Trabalho. Sem o acordo entre as partes, o juiz Lúcio Salgado de Oliveira encaminhou a ação para julgamento.

A audiência entre a GM e o sindicato tentava um acordo no qual a montadora arcasse com as indenizações estipuladas no dia 6 de fevereiro deste ano pelo tribunal trabalhista de segunda estância.

Em janeiro último, a GM dispensou os funcionários que tinham contratos temporários. Essas contratações, no entanto, eram fixadas até meados do ano. Os juízes do TRT entenderam que a empresa deveria bancar os salários e outros direitos dos trabalhadores demitidos até a data final estabelecida nos contratos.

Na tentativa de garantir o cumprimento da decisão, o sindicato ingressou com uma ação na primeira instância, na Justiça do Trabalho de São José. O juiz não determinou a data do julgamento da ação de execução.

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