Portos de Açu e Sudeste são focos da LLX

A expectativa é que este porto movimente em torno de 63 milhões de toneladas de minério de ferro por ano

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Ao anunciar detalhes sobre o aumento de capital social da LLX, o presidente e diretor de relações com investidores, Ricardo Antunes, assegurou que a empresa terá os R$ 600 milhões em caixa para investir na execução de dois projetos de terminais portuários atuação na região Sudeste.

O primeiro é o Super Porto de Açu, que está em construção desde outubro de 2007, em São João da Barra, Rio de Janeiro. O Terminal Portuário Privativo de Uso Misto do Açu terá área total de 7,8 mil hectares, com profundidade de 18,5 metros e estrutura offshore com até 10 berços para movimentação de produtos como minério de ferro, produtos siderúrgicos, carvão, granéis líquidos e carga geral. A expectativa é que este porto movimente em torno de 63 milhões de toneladas de minério de ferro por ano, além de 30 milhões de toneladas por ano de outros produtos.

O segundo projeto é o Porto Sudeste, um Terminal Portuário Privativo de Uso Misto destinado a movimentação de minério de ferro. Situado no município de Itaguaí, Baía de Sepetiba, Rio de Janeiro, próximo ao porto público de Itaguaí, o porto tem área de 52 hectares e terá 20 metros de profundidade e estrutura offshore com dois berços de atracação. Este porto deverá movimentar 50 milhões de toneladas de minério de ferro por ano.

“A qualidade dos projetos são de primeira linha e não estão sendo afetadas com a crise mundial. Está claro que com a crise a capacidade de produção tem dee ser eficiente. O forte interesse das empresas nos leva a entender que estamos no caminho certo”, destaca Antunes.

O prazo para acionistas exercerem Direito de Compra é de 30 dias. As ações que não forem adquiridas no período serão divididas por meio de rateio na proporção dos valores subscritos pelos acionistas. Só participarão da divisão, acionistas que tiverem feito constar no boletim de subscrição o “pedido de reserva para subscrição de sobras.”

O aumento de capital será feito após assinatura de contrato entre o acionista controlador da LLX, Eike Batista, sua controlada Centennial Asset Mining Fund, o Ontário Teachers’ Pension Plan Board (OTPP) e a BNDESPAR.

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