Kepler Weber, ainda longe do efeito da crise

A turbulência dos mercados levou ao postergamento de contratos de exportação negociados no ano passado

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Os efeitos da crise financeira internacional para a Kepler Weber, maior fabricante brasileira de sistema de armazenagens de grãos, só deverão aparecer nos resultados do primeiro trimestre. A turbulência dos mercados levou ao postergamento de contratos de exportação negociados no ano passado, mas que estariam em produção agora. “Isso afetou as vendas, que acabaram não ocorrendo”, diz o diretor comercial, Wilfried Toth.

Os embarques representam normalmente 30% das vendas da empresa, mas têm maior peso no nível atividade no primeiro trimestre, período de entressafra dos pedidos no mercado interno. Prova disso é a elevação de 34% dos estoques ao final do ano, comparado a 2007.

No quarto trimestre, a Kepler Weber passou relativamente ilesa pela crise. A receita bruta nos últimos três meses de 2008 foi de R$ 142,78 milhões, 109% mais que no mesmo período de 2007. A receita líquida subiu 104% e atingiu R$ 123,8 milhões e o Ebitda chegou a R$ 29,15 milhões, alta de 502%.

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