Transportadora de petróleo pensa em evitar Suez

"Claro que, como muitos dos membros desse setor, demos instruções a nossos navios para que fiquem o mais perto possível do Iêmen e o mais longe possível da Somália", afirmou o diretor-executivo da Frontline, Martin Jensen, à agência de notícia Reuters

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Uma das maiores empresas de navios-tanque do mundo, a norueguesa Frontline, “avalia seriamente” a possibilidade de sua frota evitar o Golfo de Áden e o Canal de Suez devido às ações piratas naquelas regiões. “Claro que, como muitos dos membros desse setor, demos instruções a nossos navios para que fiquem o mais perto possível do Iêmen e o mais longe possível da Somália”, afirmou o diretor-executivo da Frontline, Martin Jensen, à agência de notícia Reuters. Responsável por transportar grande parte do petróleo vindo do Oriente Médio para os mercados europeus e norte-americano, a empresa avalia, também, adotar “medidas mais drásticas” contra a pirataria.

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