Liberdade tarifária terá pouco efeito nos bilhetes

Embora a nova regulamentação estimule a concorrência, os preços das passagens não devem sofrer reduções significativas

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Nesta semana, entrou em vigor a medida que permite às companhias aéreas atuarem em regime de liberdade tarifária na América do Sul. Embora a nova regulamentação estimule a concorrência, os preços das passagens não devem sofrer reduções significativas, dizem especialistas.

Leonel Rossi, diretor de assuntos internacionais da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav), avalia que destinos muito procurados, como Argentina e Chile, estão com os vôos sempre cheios e, por isso, as empresas não terão interesse em reduzir o valor dos bilhetes. Rossi ressalta que, em determinadas épocas do ano, as companhias podem aumentar a oferta de promoções. Porém, lembra o diretor, a maioria das empresas já trabalha com valores diferenciados.

Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), os descontos não são obrigatórios e caberá a cada empresa aplicá-los de acordo com sua política de vendas. Assim como já ocorre em países europeus, a expectativa do setor é de que algumas cobrem valores mais baixos, com serviços simples. No ano passado, mais de 2 milhões de pessoas viajaram do Brasil a outros países da América do Sul, crescimento de 20,5% em relação a 2006. (Zero Hora)

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