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	<title>Portal Transporta Brasil</title>
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	<description>O Portal Transporta Brasil é o ponto de confluência das principais notícias e informações do setor de transporte no Brasil.</description>
	<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 19:10:44 +0000</pubDate>
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		<title>Construção de pedágio provoca 16 km de congestionamento na Fernão Dias</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 19:10:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Infra-Estrutura]]></category>

		<category><![CDATA[Clipping]]></category>

		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Por causa das obras, houve o afunilamento para uma única pista na altura do km 904, em Cambuí, no sul de Minas, o que resultou numa grande fila no sentido Belo Horizonte-São Paulo. A reportagem do Estado levou aproximadamente 1h40 para percorrer o trecho entre o km 888 e o km 904]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A construção de uma praça de pedágio da concessionária espanhola <span class="caps">OHL</span>/Autopista Fernão Dias provocou congestionamentos de até 16 quilômetros, na tarde de ontem, na Rodovia Fernão Dias (<span class="caps">BR</span>-381). Por causa das obras, houve o afunilamento para uma única pista na altura do km 904, em Cambuí, no sul de Minas, o que resultou numa grande fila no sentido Belo Horizonte-São Paulo. A reportagem do Estado levou aproximadamente 1h40 para percorrer o trecho entre o km 888 e o km 904.</p>
<p>A Polícia Rodoviária Federal (<span class="caps">PRF</span>) de Minas diz que informou a concessionária no início da tarde sobre o aumento no fluxo de veículos e a &#8220;retenção&#8221; em Cambuí. A <span class="caps">OHL</span> passou então a bloquear completamente a estrada no sentido Minas, para aliviar o trânsito para São Paulo. Os motoristas que seguiam naquele sentido passaram a enfrentar lentidão de 2 km. A construção de uma outra praça de pedágio, em São Gonçalo do Sapucaí (<span class="caps">MG</span>), também provocou congestionamentos no sentido São Paulo, de 4 km.</p>
<p>As obras de construção das praças estavam previstas para serem entregues em agosto - e ainda não têm previsão de término. De acordo com a assessoria da <span class="caps">OHL</span>, o atraso foi de responsabilidade do governo federal, que demorou para emitir as licenças ambientais e atrasou as desapropriações. A concessionária afirma que montou uma operação para o réveillon, com recursos operacionais e reforço de guinchos, para tentar evitar congestionamentos.</p>
<p>No trecho paulista da rodovia, a maior lentidão estava na altura do km 65, em Mairiporã. Segundo a <span class="caps">PRF</span>, o motivo foi o excesso de veículos e a redução da velocidade dos motoristas para passar por uma lombada eletrônica. A ocorrência mais grave foi um acidente envolvendo quatro veículos perto de Bragança Paulista, que deixou duas pessoas feridas. A pista foi logo liberada, sem grandes reflexos no trânsito.</p>
<p>Na Régis Bittencourt (<span class="caps">BR</span>-116), os principais pontos de lentidão foram no trecho de serra da via - aproximadamente 30 km - no sentido São Paulo. Segundo a <span class="caps">PRF</span>, o trânsito também ficou complicado na chegada à capital paulista, em Itapecerica da Serra. Não houve registro de acidentes graves.</p>
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		<title>Mortes nas estradas no final de ano cresceram 13,3% em relação ao ano passado</title>
		<link>http://www.transportabrasil.com.br/2009/01/mortes-nas-estradas-no-final-de-ano-cresceram-133-em-relacao-ao-ano-passado/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 18:11:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Acontece]]></category>

		<category><![CDATA[Clipping]]></category>

		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[De 20 de dezembro de 2008 até às 24h de ontem (4), 435 pessoas morreram ao longo dos 61 mil quilômetros de rodovias federais em todo o país]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O número de mortes nas estradas federais durante o feriado de fim de ano cresceu 13,3% em relação o mesmo período do ano passado. De 20 de dezembro de 2008 até às 24h de ontem (4), 435 pessoas morreram ao longo dos 61 mil quilômetros de rodovias federais em todo o país. Nas festas de final de ano de 2007 para 2008, foram 384 mortos.</p>
<p>O número de acidentes e o de feridos também aumentou. Ao todo, foram 7140 acidentes com 4795 feridos, contra os 6621 acidentes registrados na passagem de ano anterior, nos quais 4497 pessoas ficaram feridas. O acréscimo foi de 6,63% no número de mortos e de 7,84% no de feridos.</p>
<p>Os dados foram divulgados a pouco pela Polícia Rodoviária Federal (<span class="caps">PRF</span>). Segundo a <span class="caps">PRF</span>, o estado de Minas Gerais, que possui a mais extensa malha viária federal, foi o campeão em número de mortes (89) e de acidentes (411).(Ivan Richard-Repórter da Agência Brasil)</p>
<p><a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/01/05/materia.2009-01-05.8675709326/view" target="_blank">Link para a matéria</a></p>
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		<item>
		<title>Inicie 2009 com objetivos bem definidos</title>
		<link>http://www.transportabrasil.com.br/2009/01/artigo-objetivos-2009/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 17:42:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Articulistas]]></category>

		<category><![CDATA[RH]]></category>

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		<description><![CDATA[As empresas que têm objetivos estratégicos definidos necessitam de compatibilizá-los com seus líderes, e estes com seus colaboradores, para que eles sejam atingidos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As empresas que têm objetivos estratégicos definidos necessitam de compatibilizá-los com seus líderes, e estes com seus colaboradores, para que eles sejam atingidos.</p>
<p>É aí que muitas vezes aparecem às incongruências entre os objetivos pessoais dos colaboradores e os da empresa.</p>
<p>Como compatibilizá-los e obter sucesso?</p>
<p>- Em primeiro lugar, é bom saber que para obter sucesso é necessário aprender <span class="caps">COMO</span> definir bons objetivos.</p>
<p>Pensar com clareza no que se quer é importantíssimo, <strong>(uma das falhas é que sempre queremos tudo, ou, na maioria das vezes somos genéricos ou prolixos demais)</strong>. Assim o nosso cérebro não entende exatamente o que queremos, prova disso, é que muitas vezes abandonamos nossos próprios objetivos, e acabamos nos sentindo frustrados.</p>
<p>Abaixo, vou dar algumas dicas para que definam e especifiquem eficazmente seus objetivos:</p>
<ul>
<li>Inicie avaliando seu estado atual fazendo uma retrospectiva do ano passado, pense nas suas conquistas, no que não aconteceu e com eles aonde chegou.</li>
</ul>
<ul>
<li>Agora faça uma comparação de como está agora e aonde quer chegar e especifique seus objetivos;</li>
</ul>
<ul>
<li>Utilize verbos de ação, nosso cérebro não registra palavras como eu preciso, eu tenho, eu poderia.</li>
</ul>
<ul>
<li>Se ao pensar, vier mais que um objetivo, enumere-os, depois os analise se são o que realmente deseja e se é o melhor para você;</li>
</ul>
<ul>
<li>Estabeleça <span class="caps">AONDE</span> quer chegar, feche os olhos e transporte-se ao estado desejado. Imagine-se desfrutando dos benefícios deste objetivo JÁ realizado e responda para si próprio:</li>
</ul>
<p>a.Como se sente nestas conquistas?<br />
b.Quais são os resultados que alcançou?<br />
c.O que você ouve ao conquistar suas metas?<br />
d.É isso que realmente deseja? Se sim, passe para o próximo passo;</p>
<ul>
<li>Determine o tempo. È importantíssimo para a sua realização determinar quanto tempo precisa para atingir esse objetivo! (sempre partindo do seu estado atual).</li>
</ul>
<ul>
<li>Todo objetivo deve ser ambicioso, porém, realista, ou seja, ser capaz de ser atingido. Senão, estará se planejando para a frustração!</li>
</ul>
<ul>
<li>Agora que já sabe onde está, como está e aonde quer chegar, faça um plano de ação seguido de cronograma, especificando as metas durante os meses do ano.</li>
</ul>
<ul>
<li>Divulgue e externalize de forma clara para todas as pessoas envolvidas, pois, são elas quem irão lhe ajudar a conquistar as metas.</li>
</ul>
<ul>
<li>Para finalizar, é imprescindível estabelecer sistemas de medição, estabeleça formas de revisão; mensal, bimestral ou trimestral para acompanhamento e controle, segundo seu plano de ação.</li>
</ul>
<ul>
<li>Revise frequentemente suas metas e alinhe-as ao momento atual com o estado desejado.</li>
</ul>
<p>Este é um excelente recurso para iniciar 2009 com metas pessoais e profissionais bem definidas e planejadas. O sucesso é garantido!</p>
<p><strong>Brilhe em 2009 com muito sucesso em todos os sentidos de suas vidas!</strong></p>
<p><strong>Sonia Maluf, especialista em Recursos Humanos e Marketing</strong><br />
<a href="mailto:soniamaluf@transportabrasil.com.br">soniamaluf@transportabrasil.com.br</a></p>
<p><a href="http://www.transportabrasil.com.br/articulista-sonia-maluf/"><img class="alignleft size-full wp-image-1998" title="sonia" src="http://www.transportabrasil.com.br/wp-content/uploads/2008/10/sonia.jpg" alt="" width="60" height="60" /></a> <a href="http://www.transportabrasil.com.br/articulista-sonia-maluf/">Visite o perfil da articulista</a></p>
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		<item>
		<title>Disputa política ameaça privatização</title>
		<link>http://www.transportabrasil.com.br/2009/01/disputa-politica-ameaca-privatizacao/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 17:08:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Aéreo]]></category>

		<category><![CDATA[Clipping]]></category>

		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Os funcionários da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), a estatal de administração aeroportuária, começaram a entrar no debate e acusam o governo Lula de tratar a privatização com o interesse político de apenas agradar ao governador aliado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O processo de privatização de aeroportos brasileiros, com o modelo de concessão em fase de estudo na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (<span class="caps">BNDES</span>), pode deixar de ser um bom negócio na área de infraestrutura para se transformar em uma das grandes batalhas políticas deste ano. Os funcionários da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), a estatal de administração aeroportuária, começaram a entrar no debate e acusam o governo Lula de tratar a privatização com o interesse político de apenas agradar ao governador aliado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (<span class="caps">PMDB</span>).</p>
<p>Metade dos aeroportos brasileiros opera no vermelho. Do total de 67 aeroportos administrados pela Infraero, só 33 são superavitários. Contabilizados os recursos investidos em cada um ao longo dos últimos dez anos (1988-2007), no entanto, a lista dos que apresentam resultado positivo no período, a ponto de o lucro cobrir os investimentos realizados, encolhe para 12. (Gazeta do Povo)</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Modelo novo de carro poderá ter fabricação obrigatória por 3 anos</title>
		<link>http://www.transportabrasil.com.br/2009/01/modelo-novo-de-carro-podera-ter-fabricacao-obrigatoria-por-3-anos/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 16:13:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Acontece]]></category>

		<category><![CDATA[Clipping]]></category>

		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesse período, deverão ser conservadas pelo menos 80% das características, configurações e componentes desses modelos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Projeto de Lei 4146/08, do deputado Eliene Lima (<span class="caps">PP</span>-<span class="caps">MT</span>), obriga as montadoras e os fabricantes de veículos automotores a comercializarem, por três anos, os modelos novos de veículos. Nesse período, deverão ser conservadas pelo menos 80% das características, configurações e componentes desses modelos.</p>
<p>O parlamentar relata que é comum as montadoras lançarem modelos novos e, com pouco tempo, já alterarem suas características e configurações. &#8220;Essa prática é extremamente danosa para os consumidores, que ficam com o seu veículo recém-adquirido desvalorizado e sem a garantia de poderem repor peças ou componentes com facilidade e adequação&#8221;, argumenta.</p>
<p>Na avaliação de Eliene Lima, mesmo com o Código de Defesa do Consumidor, é necessária uma regulamentação específica para normatizar a fabricação e a comercialização de veículos. &#8220;Afinal, são bens de grande valor e os consumidores fazem muito sacrifício para adquiri-los&#8221;, afirma.</p>
<p><strong>Punição</strong></p>
<p>Se aprovada a proposta, montadores e fabricantes que a descumprirem estarão sujeitos à suspensão do exercício de suas atividades comerciais até que seja regularizada a produção do modelo; e à responsabilização por danos causados aos compradores.</p>
<p><strong>Tramitação</strong></p>
<p>O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Defesa do Consumidor; de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Íntegra da proposta:<br />
<a href="http://www2.camara.gov.br/internet/proposicoes/chamadaExterna.html?link=http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=412637" target="_blank">- <span class="caps">PL</span>-4146/2008</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Agência de transporte cria metas para as ferrovias da Vale</title>
		<link>http://www.transportabrasil.com.br/2009/01/agencia-de-transporte-cria-metas-para-as-ferrovias-da-vale/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 15:20:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Logística]]></category>

		<category><![CDATA[Clipping]]></category>

		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A ANTT determinou em 4 bilhões de toneladas por quilômetro útil (TKU) a meta de produção para a Estrada de Ferro Carajás para 2008]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Transportes Terrestres (<span class="caps">ANTT</span>) emitiu três resoluções para fixar as metas anuais de produção e de redução de acidentes para três ferrovias que estão sob concessão da Vale e que têm vigência para o período 2008-2012. Os índices foram publicados no Diário Oficial da União. A <span class="caps">ANTT</span> determinou em 4 bilhões de toneladas por quilômetro útil (<span class="caps">TKU</span>) a meta de produção para a Estrada de Ferro Carajás para 2008. Essa unidade mede o trabalho do transporte ferroviário de cargas e é representada pela quantidade de toneladas úteis transportadas, multiplicado pelas distâncias percorridas.</p>
<p>Este ano, a quantidade sobe a 4,10 bilhões e, em 2010, a 4,20 bilhões. Em 2011, a meta é de 4,31 bilhões e em 2012, de 4,42 bilhões de <span class="caps">TKU</span>. A meta anual de segurança é de 12,20 por milhão de trem-quilômetro para o quinquênio 2008/2012. O índice de 12,20 segue o padrão internacional praticado pelas ferrovias classe 1 do padrão americano, segundo a <span class="caps">ANTT</span>, na Resolução nº 2973.</p>
<p>A Ferrovia Centro-Atlântica tem meta de produção de 10,7 bilhões de <span class="caps">TKU</span> em 2008. Nos anos seguintes, os valores fixados pela <span class="caps">ANTT</span> são de 10,91 bilhões (2009), 11,24 bilhões (2010), 11,35 bilhões (2011) e 11,47 bilhões de <span class="caps">TKU</span> (2012). O índice de redução de acidentes em 2008 fixado é de 30%. Entre 2009 e 2012, a meta é de uma redução de 2%.</p>
<p><strong>Projeto</strong></p>
<p>O governo da Bolívia rejeitou as propostas da construtora brasileira Queiroz Galvão para a conclusão de um projeto de estrada estimado em <span class="caps">US</span>$ 226 milhões e por isso não renovará contrato com a empresa, informou a agência de notícias estatal boliviana <span class="caps">ABI</span>.</p>
<p>A Bolívia rescindiu o contrato com a Queiroz Galvão em 2007 por supostas irregularidades e rachaduras na rodovia em construção. A empresa havia solicitado a renovação do contrato, mas em troca de um acréscimo de <span class="caps">US</span>$ 45 milhões.</p>
<p>A obra será reiniciada em março sem a Queiroz Galvão, afirmou a <span class="caps">ABI</span>, citando um comunicado do Ministério de Obras Públicas. Embora sem especificar qual empresa finalizará a estrada, a agência disse que não será feita uma nova licitação. A decisão da Bolívia de não renovar contrato com a Queiroz Galvão ocorre depois de uma longa negociação com a empresa brasileira. (Camila AbudAgências Internacionais -<span class="caps">DCI</span>)</p>
<p><a href="http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=9&amp;id_noticia=267935" target="_blank">Link para a matéria</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>IPVA 2009: confira as datas de vencimento</title>
		<link>http://www.transportabrasil.com.br/2009/01/ipva-2009-confira-as-datas-de-vencimento/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 15:17:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Fique atento]]></category>

		<category><![CDATA[Clipping]]></category>

		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[10 estados já divulgaram as tabelas referentes ao imposto]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o vencimento de diversos impostos, janeiro costuma ser um mês apertado para o bolso do consumidor. Para aqueles que possuem automóvel próprio, o <span class="caps">IPVA</span> (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) é mais um imposto que engrossa a lista de pagamentos de início de ano. Até o momento, dez estados divulgaram o calendário de vencimento do imposto (vale lembrar: o imposto é estadual e, por isso, taxação e datas de vencimento variam de estado para estado). Em comum, a maioria apresenta desconto para pagamentos à vista e possibilidade de parcelamento da taxa. Confira abaixo os detalhes de cada estado</p>
<p><strong>Acre</strong></p>
<p>O <span class="caps">IPVA</span> pode ser pago em parcela única, com 10% de desconto até o data de vencimento, ou em três parcelas mensais. As alíquotas do estado são: 2% para motocicletas, motonetas, ciclomotores, triciclos, quadriciclos e similares; 2,5% para automóveis, caminhonetes e camionetas e 2,5% para qualquer veículo automotor que não se enquadre nessa descrição. Confira a tabela do valor do <span class="caps">IPVA</span> e a tabela de vencimento.</p>
<p><strong>Bahia</strong></p>
<p>Até o dia 10 de fevereiro, o proprietário pode realizar o pagamento com 10% de desconto. Após isso, a opção é pagar no dia do vencimento da primeira cota, com desconto de 5%, ou em três cotas. As alíquotas são 3% para automóveis e utilitários movidos a óleo diesel; 2,5% para os automóveis e utilitários movidos a outros tipos de combustíveis e 1% para ônibus, microônibus, caminhões, máquinas de terraplanagem, tratores, motos, motonetas, motocicletas e triciclos estrangeiros e nacionais. Confira a tabela do valor do <span class="caps">IPVA</span> e a tabela de vencimento.</p>
<p><strong>Espírito Santo</strong></p>
<p>No Espírito Santo, o <span class="caps">IPVA</span> 2009 pode ser pago em parcela única (5% de desconto) ou em duas parcelas iguais, uma com data de vencimento de acordo com a tabela, e outra, 1 mês depois. A alíquota é de 2% para carros de passeio, de esporte e de corrida, caminhonete de uso misto ou utilitário e de 1% para micro-ônibus, ônibus, caminhões, motocicletas e ciclomotores. Confira o valor do <span class="caps">IPVA</span> e a tabela de vencimento.<br />
Mato Grosso</p>
<p>O <span class="caps">IPVA</span> pode ser pago em parcela única com 5% de desconto ou parcelado. O boleto pode ser emitido pela internet ou retirado nas unidades do <span class="caps">DETRAN</span> do estado. Confira o valor do <span class="caps">IPVA</span> e a tabela de vencimento.</p>
<p><strong>Minas Gerais</strong></p>
<p>No estado mineiro, pode-se pagar o <span class="caps">IPVA</span> em parcela única, com 3% de desconto, ou em três parcelas consecutivas. As alíquotas são: 4,0% para automóveis, veículos de uso misto e utilitários; 3,0% para caminhonetes de carga (pick-ups) e furgão; 2,0% para automóveis, veículos de uso misto e utilitários com autorização para transporte público (ex: táxi, escolar) comprovada mediante registro no órgão de trânsito na categoria aluguel; 2,0% para motocicletas e similares; 1,0% para veículos de locadoras (pessoa jurídica) e 1,0% para ônibus, micro ônibus, caminhão, caminhão trator. Confira a tabela do valor do <span class="caps">IPVA</span> e a tabela de vencimento.<br />
Paraíba<br />
O valor do <span class="caps">IPVA</span> pode ser pago em parcela única (com 10% de desconto) ou em três vezes, com vencimento dependendo da placa.<br />
<strong><br />
Rio de Janeiro</strong></p>
<p>No Rio, o consumidor pode optar por 10% de desconto ao realizar pagamento único, ou dividir a taxa em três parcelas. As alíquotas são: 2% para ônibus, microônibus, motocicletas, ciclomotores e automóveis movidos a álcool; 3% para utilitários e 4% para automóveis de passeio e camionetas (exceto utilitários), automóvel bicombustível e veículos importados. Confira o valor do <span class="caps">IPVA</span> e a tabela de vencimento.</p>
<p><strong>Rio Grande do Sul</strong></p>
<p>No Rio Grande do Sul o desconto para pagamento à vista pode ser de 3% a 5%, dependendo da data que o proprietário efetuar o pagamento. É bom lembrar, neste estado a cobrança começou em 24 de dezembro e vai até 31 de março. As taxas são de 3% para automóvel, camioneta, motor-casa; 2% para motocicleta, motoneta, triciclo e quadriciclo. Confira a tabela do valor do <span class="caps">IPVA</span>.</p>
<p><strong>Santa Catarina</strong></p>
<p>Diferentemente dos outros estados, em Santa Catarina o vencimento do <span class="caps">IPVA</span> corresponde ao fim da placa, ou seja, janeiro veículos com final 1, fevereiro, final 2 e assim por diante. As alíquotas do <span class="caps">IPVA</span> são: 2% para os veículos terrestres de passeios e utilitários, de fabricação nacional ou estrangeira; 1% para veículos terrestres de transporte de carga e/ou passageiros (coletivos), nacionais e estrangeiros; 1% para veículos terrestres destinados à locação; 1% para motos. Confira a tabela do valor do <span class="caps">IPVA</span>.</p>
<p><strong>São Paulo</strong></p>
<p>Para São Paulo, há desconto de 3% para que pagar em parcela única, mas somente até o mês de janeiro. Caso queria fazer o parcelamento, o consumidor pode realizá-lo em três parcelas, com vencimento em janeiro, fevereiro e março. Carros a gasolina recolherão 4% sobre o valor venal. Carros a álcool e gás pagam 3%; bicombustível recolhe 4%; picape cabine dupla 4%; utilitários (cabine simples), ônibus, microônibus, tratores e motocicletas pagam 2% sobre o valor venal; caminhões recolhem 1,5%. Os veículos com mais de 20 anos de fabricação estão isentos. (Hugo Passarelli-Terra)</p>
<p><a href="http://carroonline.terra.com.br/index.asp?codc=2367" target="_blank">Link para a matéria</a></p>
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		<title>Novas regras de trânsito estão em vigor</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 14:30:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Fique atento]]></category>

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		<description><![CDATA[Apartir de agora, os candidatos terão de fazer - e pagar mais - 45 horas/aula de curso teórico e não mais 30, como era antes]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma série de resoluções do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) entrou em vigor ontem, mudando a vida de quem quer se tornar motorista ou já conduz veículos no Brasil. Apartir de agora, os candidatos terão de fazer - e pagar mais - 45 horas/aula de curso teórico e não mais 30, como era antes.</p>
<p>As aulas de direção defensiva, por exemplo, passam de oito para 16 horas, e as de legislação de trânsito, de 12 para 18 horas. O curso de direção veicular também será estendido, passando a ter 20 horas/aula. Antes, eram 15. No Rio Grande do Sul, o custo total da nova habilitação, que era de R$ 744,14 em 2008, passou a valer R$ 929,34.</p>
<p>De acordo com nota divulgada pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), as novas regras têm o objetivo de melhorar a formação dos condutores e, consequentemente, reduzir os acidentes. A opinião é compartilhada pelo presidente do Sindicato de Centros Formação de Condutores do Estado, Edson Luis da Cunha.</p>
<p><span class="dquo">&#8220;</span>Vamos ter mais tempo para trabalhar a educação para o trânsito, reforçando as técnicas de direção defensiva e os perigos do álcool ao volante&#8221;, ressaltou Cunha. Uma das novidades é a permissão para que motociclistas passem a fazer aulas práticas em vias públicas, desde que recebam instruções em circuito fechado.</p>
<p>Carros e motos que forem emplacados a partir de hoje devem receber, segundo recomendação do Contran, o novo lacre para placas, que dificulta fraudes e tenta impedir crimes, como roubo de veículos, clones de placas, desmanches fraudulentos e desvio de carros para as fronteiras. O lacre é ainda um instrumento para desarticulação das máfias que envolvem setores de emplacamento de veículos.</p>
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		<title>Amazonas propõe redução de PIS e Cofins para motos</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 14:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Motofrete]]></category>

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		<description><![CDATA[Entre essas propostas está a redução das alíquotas de PIS, Cofins e ICMS para os fabricantes de motocicletas, que começaram a demitir em outubro]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Estado do Amazonas vai apresentar propostas ao governo federal para tentar diminuir os impactos da escassez de crédito na Zona Franca de Manaus. Entre essas propostas está a redução das alíquotas de <span class="caps">PIS</span>, Cofins e <span class="caps">ICMS</span> para os fabricantes de motocicletas, que começaram a demitir em outubro, num movimento intensificado no mês seguinte, antes mesmo de outros setores, no resto do país.</p>
<p>Além da redução tributária, o governador Eduardo Braga (<span class="caps">PMDB</span>) também quer que mudem as regras de emissão de gases das motocicletas, previstas para entrar em vigor este mês. Ele defende uma pequena alteração nos prazos - junto com mudanças nas regras dos consórcios - para escoar a produção hoje estocada. &#8220;Atualmente, temos nas fábricas estoques com algo em torno de 160 mil motos e nas concessionárias outro montante significativo&#8221;, disse Braga, ao ressaltar que a crise chegou em um momento em que os fabricantes estão realizando a transição tecnológica entre os padrões de emissões Euro 2 e 3.</p>
<p>Nesse sentido, o objetivo do governador do Amazonas é buscar com o governo federal uma mudança nas regras de consórcios para motocicletas, que segundo ele possuem uma carteira de pedidos de cerca de 200 mil unidades. &#8220;Se o Brasil flexibilizar a regra do consórcio, transformando-o em financiamento com entrega imediata do bem, nós automaticamente vamos escoar nada mais nada menos do que 100 mil motos dos padrões Euro 2&#8221;, estimou.</p>
<p>A mudança de padrões de emissões de poluentes a partir deste mês está prevista na resolução 297 de 2002 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). O Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares (Promot) é similar ao Proconve, que diz respeito aos automóveis e vem gerando disputas por conta do não cumprimento da resolução original.</p>
<p>Mas a alteração das regras para os consórcios de motocicletas, na opinião de Braga, só poderá ocorrer se forem combinadas com a redução do <span class="caps">PIS</span> e Cofins, pois isso geraria preços até 3% inferiores aos cobrados hoje. &#8220;Neste mercado, onde a concorrência é altíssima, qualquer desconto impacta diretamente nas vendas&#8221;, acrescentou o governador. A iniciativa do Amazonas é uma maneira de aliviar os estoques das montadoras e é espelhada nas medidas adotadas pelo governo federal, como a redução de <span class="caps">IPI</span> para as fábricas de veículos.</p>
<p>Para os fabricantes de motocicletas, a principal medida seria a redução do <span class="caps">PIS</span> e Cofins. O presidente da Abraciclo (entidade que representa o setor) e diretor de relações institucionais da Honda, Paulo Shuiti Takeuchi, informou que o pleito do governo do Estado e também da associação é para que a alíquota de <span class="caps">PIS</span>/Cofins passe de 3,65% para 0,65%. Na sua opinião, outras iniciativas, como uma negociação para que parte do compulsório liberado aos bancos seja utilizada exclusivamente para as vendas de motocicletas também deverão ser tratadas. &#8220;Isso agilizaria a aprovação do crédito, que mesmo em um patamar melhor após a redução do <span class="caps">IOF</span>, ainda não está nos padrões de setembro&#8221;, disse.</p>
<p>Conforme os dados da Abraciclo, o setor deverá encerrar 2008 com produção de 2,11 milhões de unidades, 22% superior ao total de 2007, quando foram fabricadas 1,87 milhão de motocicletas no país. Mas assim como as montadoras de automóveis, os fabricantes de motocicletas não se arriscam a estimar o volume de produção para 2009. &#8220;A retomada será em um ritmo lento&#8221;, limitou-se a dizer Takeuchi.</p>
<p>Já a questão do <span class="caps">ICMS</span>, segundo Braga, está sendo planejada para entrar em vigor em janeiro e terminar em março. &#8220;Estamos analisando um redesenho do nosso <span class="caps">ICMS</span> para motos nas faixas de 150 e 250 cilindradas. Não se trata de apenas baixar a alíquota, mas também administrar o fluxo de caixa de cada uma das empresas com relação aos impostos&#8221;, afirmou o governador.</p>
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		<title>Todo veículo passa pela certificação do Inmetro</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 13:30:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Acontece]]></category>

		<category><![CDATA[Clipping]]></category>

		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Os veículos de ônibus escolares deverão ser pintados na cor amarela, ter faixa de transporte escolar conforme o Código de Trânsito Brasileiro]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As especificações para os ônibus escolares são as seguintes. Os veículos deverão ser pintados na cor amarela, ter faixa de transporte escolar conforme o Código de Trânsito Brasileiro, e possuir faixas refletivas. Terão 23, 31 ou 44 assentos (no caso de embarcações fluviais terão 20 ou 35 lugares).</p>
<p><strong>Resistência estrutural</strong></p>
<p>Devem ser submetidos a testes estruturais quanto à resistência em caso de impacto frontal, impacto na traseira, impactos laterais e ao capotamento; veículos montados sobre chassis, com presença de fortes longarinas estruturais.</p>
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