Primeiros ônibus com transmissões automáticas da Allison chegam ao RJ

Primeiros ônibus com transmissões automáticas da Allison chegam ao RJ

Cinco ônibus Mercedes-Benz OF 1721 equipados com transmissão automática Allison foram entregues à empresa de transportes urbanos Auto Viação Três Amigos, do Rio de Janeiro. Essas são as primeiras unidades produzidas pela fabricante alemã no país

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A Allison Transmission fez a entrega dos primeiros cinco ônibus OF 1721 equipados com transmissão da marca, modelo da Série 3000. Os chassis são produzidos pela Mercedes-Benz do Brasil para a Auto Viação Três Amigos. Eles fazem parte das primeiras dez unidades, de um total de 20 adquiridas pelas empresas Auto Viação Três Amigos, Auto Viação Santo Antonio e Expresso Garcia. A Três Amigos conta com uma frota de 172 ônibus convencionais e 27 articulados para o Bus Rapid Transport (BRT).

A experiência das empresas com ônibus automáticos vem de dois protótipos montados em 2010, já em parceria com a Allison, o que foi determinante para a decisão da compra dos novos OF 1721. Esses protótipos já rodaram mais de 1,1 milhão de quilômetros sem qualquer problema. Essas dez unidades Mercedes-Benz foram as primeiras da série a serem produzidas com motor dianteiro e transmissão automática Allison.

“Os novos ônibus automáticos serão colocados em circulação em uma das nossas linhas principais em termos de topografia, distância e carregamento”, afirma Claudio Marcelo Ferreira, diretor administrativo da Três Amigos. “Trata-se da linha 355, que vai de Madureira à Praça Tiradentes, com 58 quilômetros de extensão, onde os ônibus rodarão em média 250 km diários em dois turnos. Portanto, é uma das rotas mais travadas da cidade e uma das mais indicadas para a robustez das transmissões automáticas”, explica.

Os motoristas que conduzirão os novos veículos recebem treinamento específico da Allison para que possam operar a transmissão da forma mais eficiente em termos de desempenho e para obter índices mais baixos de consumo de combustível. Segundo a empresa, 30% dos custos de operação da frota são de combustível.

Por Ricardo Panessa, especial para a Agência Transporta Brasil

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