CNH Industrial comemora sucesso global com lucro bilionário

CNH Industrial comemora sucesso global com lucro bilionário

Números do grupo dono de marcas como Iveco, Magirus, Case e FPT cresceram em todo o mundo no ano passado e resultados do grupo foram 8% maiores, com lucro líquido de US$ 1,1 bilhão

Mercedes-Benz Sprinter ataca setor de franquias
Venda feita: Braspress adquire 40 furgões da Nova Sprinter
Randon faz primeira exportação para a Costa do Marfim

A CNH Industrial fechou 2018 com um crescimento de 8% em seus negócios em relação ao ano anterior e a receita consolidada foi de quase 30 bilhões de dólares, com lucro líquido acima da casa do um bilhão de dólares.

Para os investidores e acionistas do grupo, isso significou um lucro de 78 centavos de dólar por ação e a empresa apresentou resultados positivos em todos os setores em que atua: transportes, energia, agronegócio e construção.

Lucros e boa avaliação das agências

O lucro líquido ajustado da empresa em 2018 foi de US$ 1,117 bilhão, o que representa um aumento de US$ 466 milhões em comparação com 2017. A dívida industrial da empresa caiu um terço em 2018 e ficou em 600 milhões de dólares.

Com os resultados positivos, a CNH Industrial foi bem avaliada pelas agências de classificação do mercado. A Moody’s Investors Service, no final do ano passado, decidiu elevar as classificações do grupo e suas empresas subsidiárias CNH Industrial Capital LLC e CNH Industrial Finance Europe S.A., de “Ba1” para “Baa3” com uma perspectiva “estável”.

O ano que já começou

Para 2019, o grupo espera manter o patamar de receitas, com previsão de faturamento líquido de US$ 28 bilhões, com lucro por ação esperado de 8% a 10% acima do resultado de 2018.

Transportes e powetrain

Complexo fabril da CNH Industrial em Sete Lagoas (MG)

Nos segmentos de veículos comerciais e motores, em que atua com as marcas Iveco e FPT, o grupo CNH teve, aumento de 4% e 5%, respectivamente. Segundo a empresa, o único período de queda foi o quarto trimestre, que apresentou diminuição de vendas por causa da menor demanda por caminhões pesados em regiões como Europa, Oriente Médio e África. Isso ocorreu, também, segundo a companhia, por causa de sua estratégica em focar vendas em produtos considerados mais lucrativos, como caminhões movidos a combustíveis alternativos.

Leonardo Andrade
Editor-chefe da Agência Transporta Brasil (ATB)
leodoca@transportabrasil.com.br

+ Saiba tudo do mundo do transporte rodoviário. Curta nossa página no Facebook!

Agência Transporta Brasil – ATB
agencia@transportabrasil.com.br

 

COMMENTS